Quinta-feira, Julho 18, 2024
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5 tendências de verão que vão perdurar no outono-inverno, de acordo com a Hotelbeds

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A Hotelbeds reuniu uma vasta variedade de dados, que obtém da sua atividade no centro do ecossistema turístico, com a análise das suas equipas de peritos, para oferecer uma imagem detalhada do estado da oferta e da procura no setor. Uma imagem que se traduz em cinco tendências identificadas este verão que, segundo a Hotelbeds, irão perdurar na temporada de outono-inverno.

O regresso da reserva antecipada

Embora a reserva de última hora tenha permanecido uma tendência desde o início da pandemia, os viajantes no Reino Unido, Irlanda e Países Baixos estão a regressar ao seu antigo hábito de reservar até quatro meses antes da data da sua partida. Em contraste, na China, e em muitos países da região Ásia-Pacífico, os viajantes continuam a optar por reservar no último minuto, com uma média de 10 dias de antecedência.

Estadia prolongadas

O verão é suposto ser a época do ano em que podemos descansar, o que parece ser a razão pela qual os viajantes que escolheram neste verão destinos de férias como Maiorca, Antalya, Creta, Rodes ou o Algarve decidiram prolongar a sua estadia média para mais de uma semana.

A chegada do turismo empresarial na sua estação alta reduzirá a estadia média dos viajantes de férias, embora o bleisure (mistura de business com leisure) possa constituir uma oportunidade para os hotéis urbanos prolongarem a estadia dos seus hóspedes também no outono-inverno.

A taxa média diária aumenta

A taxa média diária (ADR) subiu em média 17% no verão, mas a Hotelbeds não sabe se as unidades hoteleiras vão conseguir manter este crescimento. No Havai, os preços por noite podem ultrapassar os 600 euros, e na Costa de Amalfi, Mykonos e Maldivas superam os 400 euros por noite. Paralelamente, destinos como o Rio de Janeiro e Banguecoque têm tarifas médias de 60 euros por noite.

Muitas das estadias dos viajantes de negócios, nesta estação de outono-inverso, serão a preços acordados com empresas meses antes, antes do boom turístico deste verão e dos efeitos da guerra da Ucrânia e da crise energética, tornando difícil para os hoteleiros manter estes aumentos para manter as margens.

Destinos preferidos este verão

O ranking dos destinos preferidos este verão é dominado por países do Mediterrâneo Oriental, que ultrapassaram de longe os volumes de turistas pré-pandemia. Assim, Chipre (+48% em relação a 2019) e Turquia (+33%) foram os destinos com o maior crescimento de volume de turistas este verão, com Antalya (+50%) a tornar-se a cidade turca mais vendida, especialmente entre os holandeses, britânicos e suecos. Rodes (+30%), Malta (+26%) e Grécia (+20%) também têm seguido esta tendência.

Boom na América Latina

Nos últimos meses, o Brasil quase duplicou os seus números, com um crescimento de 90%. Por destino, o Rio de Janeiro, o mais popular, quadruplicou os seus valores pré-pandémicos, enquanto cidades como Brasília, Fortaleza, Maceió e Curitiba aumentaram em 300%.

O turismo para o México também cresceu consideravelmente, em 50%, com o Peru, América do Norte e Colômbia como principais emissores para destinos como a Cidade do México, Los Cabos e Acapulco.

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