Os dois aeroportos da Região Autónoma da Madeira registaram, em 2025, um total de 5,7 milhões de passageiros e 38.742 movimentos de aeronaves, alcançando novos máximos históricos, segundo dados divulgados esta segunda-feira pela Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM).
Em comparação com 2024, o movimento de passageiros cresceu 12,1%, enquanto o número de aeronaves aumentou 11,8%.
O aeroporto da Madeira concentrou a maior parte da atividade, com 35,9 mil movimentos de aeronaves, um crescimento de 13,0%, e 5,4 milhões de passageiros, mais 12,2% do que no ano anterior. Já o aeroporto do Porto Santo registou 2,8 mil movimentos de aviões (+2,4%) e 256,7 mil passageiros (+3,6%).
“Neste ano, cada aeronave (considerando-se conjuntamente as que aterraram e descolaram) transportou, em média, cerca de 150 passageiros (151 em 2024) no aeroporto da Madeira, enquanto no do Porto Santo aquele valor atingiu os 91 passageiros (90 em 2024)”, refere a autoridade regional de estatística.
O crescimento foi impulsionado sobretudo pelo tráfego internacional, que aumentou 17,4%, totalizando 3,179 milhões de passageiros, enquanto o segmento doméstico registou uma subida de 5,4%, para 2,474 milhões.
No aeroporto da Madeira, o tráfego internacional representou 58,1% do total, superando o doméstico (41,9%). Em contraste, no Porto Santo predominou o tráfego doméstico, com 83,7%, valor superior ao registado em 2024 (78,8%).
Em 2025, os voos regulares representaram 92,5% do total de aeronaves movimentadas nos aeroportos do arquipélago e 94,6% dos passageiros, face a 92,1% e 94,2%, respetivamente, no ano anterior. A taxa de ocupação das aeronaves situou-se nos 85,2%, com o aeroporto da Madeira a atingir 85,5% e o Porto Santo 79,3%.
Segundo a DREM, os passageiros embarcados e desembarcados nos aeroportos da região, excluindo os passageiros em trânsito, ascenderam a 5,636 milhões. Deste total, 43,8% corresponderam a tráfego exclusivamente nacional – incluindo ligações interiores e domésticas – e 56,2% a tráfego internacional.
No tráfego internacional, o Reino Unido (27,1%) e a Alemanha (21,0%) destacaram-se como os principais mercados de origem e destino, seguidos pela França (9,7%) e pela Polónia (9,5%).




