Quinta-feira, Julho 18, 2024
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Air France-KLM contribui com 70 mil milhões de euros anuais para as economias francesa e neerlandesa

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O Grupo Air France-KLM gerou, em 2023, um lucro líquido de 900 milhões de euros no seu exercício financeiro. Embora este valor, o seu impacto económico total estimado é de 48,9 mil milhões de euros em França, país de origem da Air France, e 21,9 mil milhões de euros nos Países Baixos, país de origem da KLM.

Estes dados foram divulgados no estudo de impacto de atividade em França e nos Países Baixos, realizado pelo Grupo Air France-KLM, que visa quantificar os benefícios socioeconómicos gerados pela sua atividade nos dois destinos.

As conclusões do estudo destacam o papel importante que o Grupo Air France-KLM desempenha na dinâmica económica de França, país de origem da Air France, e dos Países Baixos, país de origem da KLM. Embora o Grupo Air France-KLM tenha gerado um lucro líquido 900 milhões de euros no exercício financeiro de 2023, o seu impacto económico total estimado é de 48,9 mil milhões de euros em França e 21,9 mil milhões de euros nos Países Baixos, ou 723 euros por ano e habitante em França e 1.228 euros por ano e habitante nos Países Baixos. O estudo conclui que por cada euro investido, o grupo Air France-KLM gera 3,6 euros para a economia francesa e 3,4 euros para a economia neerlandesa.

Segundo o comunicado, estes benefícios económicos assumem a forma de investimentos diretos, a criação direta e indireta de emprego, ou mesmo de gastos com fornecedores ou prestadores de serviços locais.

Motor do emprego em França e nos Países Baixos

Além da vertente económica e financeira, o impacto do Grupo Air France-KLM caracteriza-se igualmente por um forte contributo para a criação de emprego qualificado e não deslocalizável.

Em 2022 e 2023, as diversas entidades do Grupo Air France-KLM realizaram, respetivamente, 4.000 e 5.000 recrutamentos para cargos permanentes – em especial pilotos, comissários de bordo e hospedeiras e mecânicos. Esta abordagem prossegue em 2024, especialmente no que respeita a pilotos e atividades de manutenção aeronáutica. O Grupo também está particularmente ativo no acesso dos jovens ao mercado de trabalho, através da utilização de programas de trabalho-estudo ou do apoio a associações que promovem a inclusão.

O estudo de impacto estimou que 552.570 empregos em França e 267.996 empregos nos Países Baixos dependem da atividade da Air France-KLM, o equivalente à população de Lyon em França e de Eindhoven nos Países Baixos. Estes empregos são tanto diretos, como os dos colaboradores que trabalham diretamente para o Grupo Air France-KLM (cerca de 46 mil em França e 26 mil nos Países Baixos), como empregos indiretos, em setores relacionados, como fornecedores, subcontratados e prestadores de serviços, e os empregos gerados pela atividade do Grupo, por exemplo no turismo.

O estudo sublinha que cada emprego direto do Grupo Air France-KLM em França gera 11 empregos adicionais no país. Nos Países Baixos, esse impacto é também muito positivo, já que por cada emprego criado pelo Grupo são criados 9,2 empregos adicionais na economia neerlandesa.

França: efeito redistributivo em todos os territórios

O estudo de impacto socioeconómico mostra que a atividade da Air France-KLM beneficia todas as regiões francesas, sem exceção.

Assim, por exemplo, além da forte atividade do transporte aéreo, a Região da Occitânia beneficia de injeções diretas significativas dadas as compras de aviões e peças aeronáuticas efetuadas pela Air France-KLM à Airbus, aos seus subcontratados e prestadores de serviços. Desde 2018, a Air France-KLM encomendou mais de 230 aviões à Airbus, montados principalmente na região de Toulouse. A Air France possui igualmente uma unidade de manutenção em Toulouse.

Países Baixos: um hub global que apoia todos os setores da economia

A contribuição do Grupo Air France-KLM para a economia neerlandesa vem principalmente da conectividade mundial possibilitada pelo hub da KLM no aeroporto Schiphol de Amesterdão. A companhia criou uma das plataformas de correspondências “mais eficientes do mundo”, ligando a capital neerlandesa a 160 destinos em todo o mundo.

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