Durante o mês de agosto, o TNews lança “Conversas de Verão”, uma rubrica descontraída que dá a conhecer o lado mais pessoal dos profissionais do turismo. Em pequenas entrevistas, falamos de destinos de sonho, malas de férias e memórias marcantes — sempre com o objetivo de valorizar quem faz o setor acontecer.
Com Luís Ferreira | Diretor de F&B do Grupo Onyria
Que destino escolheria para umas férias sem pensar em trabalho?
Islândia.
O que não pode faltar na sua mala de férias?
Na mala levo roupa térmica, camisolas quentes, mas leves, calças e meias impermeáveis, um gorro tipo passa-montanhas, cachecol e um casaco corta-vento e impermeável, além de botas e ténis de caminhada e, claro, um fato de banho. Do lado tecnológico, não dispenso o telemóvel com boa câmara, a câmara fotográfica com tripé, uma power bank e o Kobo. Junto ainda óculos de sol e protetor solar, binóculos, uma mochila prática, garrafa de água reutilizável, alguns snacks e uma toalha térmica de banho. Para prevenir imprevistos, levo sempre Ben-u-ron ou outra medicação essencial.
Que livro ou filme sobre viagens mais o marcou?
“As Vinhas da Ira” — não é sobre turismo, mas sim sobre a dura viagem de um estado para outro, carregada de emoção e reflexão.
Tem alguma memória de uma viagem que correu mal? O que aprendeu com essa experiência?
Primeira vez em Santorini: roubadíssimo! Deixei a carteira na cadeira de um restaurante durante cinco minutos… e desapareceu. Aprendi a não baixar a guarda, por mais tranquilo que pareça o lugar.
Se pudesse inventar o resort ou hotel ideal, como seria?
Para mim, férias são um momento especial para relaxar, recarregar energias e criar memórias inesquecíveis. O resort perfeito teria vilas privadas, decoradas com bom gosto e equipadas com todos os confortos, serviço de chef particular, um ou dois empregados de mesa, piscina exclusiva, acesso a uma excelente praia e montanha a menos de uma hora de distância. Estaria a no máximo 30 minutos de um centro urbano e de pontos turísticos, combinando o luxo de um cinco estrelas com uma atmosfera descontraída. Contaria com pelo menos três restaurantes assinados por chefs conceituados, oferta de desportos náuticos, animação noturna discreta (sem perturbar o descanso) e um spa de topo para completar a experiência.
Se é profissional do turismo e quer participar na rubrica “Conversas de Verão”, envie o seu contributo respondendo a estas cinco perguntas para cmonteiro@tnews.pt.



