Quinta-feira, Fevereiro 22, 2024
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Europa prepara-se para retirar mais 6 países da lista de viagens seguras

A União Europeia vai remover mais seis países da lista de viagens seguras. Os países afetados por esta decisão são: Albânia, Arménia, Azerbaijão, Brunei, Japão e Sérvia.

A remoção da lista significa que os Estados-Membros serão aconselhados a restabelecer restrições de entrada para viajantes destes países, que até agora eram elegíveis para entrar na maioria dos países da UE e no Espaço Schengen sem quaisquer restrições.

As restrições de entrada que podem ser impostas em breve a esses viajantes incluem a realização de testes, quarentena e até mesmo uma proibição de entrada para os não vacinados.

Embora se espere que a decisão da UE seja finalizada até o final da semana, alguns países da UE e do Espaço Schengen já removeram alguns ou todos estes países das suas “listas brancas”.

O site SchengenVisaInfo.com informou a 23 de agosto que a Noruega removeu a Albânia da sua lista de viajantes e só poderiam entrar com regras facilitadas. A 3 de setembro, a Finlândia re-colocou restrições de entrada a visitantes não vacinados do Brunei.

Na atualização mais recente das restrições de viagens, publicada a 5 de setembro, a Albânia, Sérvia e Brunei foram removidos da lista verde da República Checa, o que significa que os viajantes não vacinados desses três países serão obrigados a preencher um formulário de chegada e fazer um teste de COVID-19 antes de entrarem na República Checa ou o mais tardar cinco dias após a chegada.

Desde 6 de setembro, que os residentes da Albânia, Azerbaijão, Japão e Sérvia com mais de 12 anos são obrigados a apresentar uma prova de vacinação, ou resultados de testes, para entrar na Alemanha. Também é obrigatório que se registem neste link antes de chegar à Alemanha e levem o comprovativo de registo ao chegar ao país.

A UE adicionou o Japão à sua lista de países seguros a 3 de junho, no entanto, o país registou recentemente um número crescente de casos de COVID-19, embora, até o final de agosto, metade da população japonesa já tivesse recebido pelo menos a primeira dose de COVID-19, de acordo com o Statista.

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