Quinta-feira, Dezembro 8, 2022
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Festival Político da Europa conta com SkyExpert nos debates sobre o futuro do transporte aéreo

O Festival Político Europeu começa esta quinta-feira, dia 25, na cidade dinamarquesa de Mariager e desenrola-se ao longo de quatro dias. Pedro Castro, diretor da SkyExpert, empresa portuguesa de consultoria especializada em transporte aéreo, aeroportos e turismo, participará como orador neste festival que reúne comissários europeus, deputados europeus e nacionais, ministros e cidadãos que se encontram para um debate democrático sobre a União Europeia e os seus desafios.

Numa agenda dominada pela paz, pela energia, pela tecnologia e pelo desenvolvimento institucional europeu, também o clima e o transporte aéreo encontram o seu lugar. Pedro Castro, diretor da SkyExpert, será orador em dois momentos do festival, na sexta-feira, às 13h, e no domingo, às 11h. “Em ambos os casos, o tema será o das alterações climáticas e a adaptação da indústria aérea ao plano europeu de redução de emissões ‘fitfor55’ que foi já contestado oficialmente pelas companhias aéreas”, explicou Pedro Castro.

“A minha aposta vai pela regulação do setor desde a atribuição dos slots, ao tratamento da comida do avião e à gestão do tráfego aéreo; toca o aspeto corporativo do tráfego de negócios e, por fim, as novas tecnologias. Gostaria de retirar este peso constante que se exerce sobre o indivíduo e o seu comportamento e transferi-lo para o decisor”, afirmou o diretor. Nesse âmbito, Pedro Castro relembrou a existência do aeroporto de Beja, “cuja construção foi financiada através de fundos comunitários com um determinado projeto e propósito. Tem de haver mecanismos de penalização dos estados que, neste caso, abusou do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional”, defendeu.

“Apresentam um projeto com determinadas estudos e características, recebem os fundos e depois a verdadeira execução do plano fica-se pelo caminho?”, questionou, sugerindo que “os recursos da UE são limitados e não podem ser desperdiçados desta forma. Falta um mecanismo sancionatório mais claro nesta matéria de forma a obrigar os estados que assim se comportem a devolverem o dinheiro com multa, por exemplo; ou esse comportamento representar uma penalização a ter em conta na apresentação e avaliação de novos projetos. Ao pensarmos no PRR, devemos prever isto”, finalizou.

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