O Group JRC está a investir cerca de nove milhões de euros na construção do GuimaGold Palace, uma nova unidade hoteleira de quatro estrelas nas Caldas das Taipas, em Guimarães, que pretende posicionar-se como “uma referência da hotelaria premium no Norte de Portugal”. O projeto, que se encontra atualmente com cerca de 60% da obra concluída, tem conclusão prevista para 2030.
Segundo o grupo, o GuimaGold Palace integra a estratégia de investimento que tem vindo a desenvolver no concelho de Guimarães, juntando-se ao GuimaGold Hotel, no centro histórico da cidade, ao Valentina Residence, nas Caldas das Taipas, e à Quinta Linhas da Primavera, em Ronfe.
“Não quisemos construir apenas mais um hotel, mas sim um destino onde arquitetura, gastronomia, bem-estar, cultura e um serviço de excelência se conjugam para proporcionar uma experiência verdadeiramente diferenciadora”, afirma Paulo Rodrigues, CEO do Group JRC, em comunicado.
O hotel contará com 33 suites, distribuídas pelas categorias Deluxe e Royal, e aposta num conceito de “luxo experiencial”, combinando alojamento, gastronomia, bem-estar e oferta cultural. A unidade incluirá um restaurante de autor, uma garrafeira dedicada aos vinhos portugueses, um spa com piscina interior, sauna, banho turco, salas de massagens e ginásio, bem como um rooftop panorâmico com piscina, bar e áreas lounge.
A oferta será ainda complementada por uma sala multifuncional com capacidade para 50 pessoas, preparada para acolher reuniões empresariais, conferências, apresentações, eventos privados e mostras de cinema.
O projeto de arquitetura é da autoria do gabinete Lourenço Nuno Mendes Arquitetos e prevê uma fachada revestida com painéis cerâmicos dourados, concebida para conferir ao edifício uma imagem distintiva na paisagem urbana das Caldas das Taipas.
Segundo o Group JRC, a localização junto às Termas das Taipas, ao Parque de Lazer das Taipas e ao rio Ave reforça a “vocação da unidade para os segmentos do turismo de bem-estar e saúde”, beneficiando também da proximidade aos centros históricos de Guimarães e Braga para potenciar a oferta cultural da região.
A empresa acredita ainda que o novo hotel poderá contribuir para aumentar a permanência média dos visitantes, “atrair um segmento de maior poder de compra” e “reforçar a capacidade da região para receber eventos empresariais, congressos e iniciativas culturais”.












