O Grupo Barceló está a estudar ter um hotel em Moçambique e avançar com voos de Madrid e Lisboa para Maputo, disse o copresidente da empresa, após reunir com o Presidente moçambicano.
“A primeira coisa é certamente ir ao país, conhecê-lo. Somos uma empresa hoteleira que trabalha não só com hotéis de férias, mas também com hotéis urbanos. Gostamos de poder oferecer aos nossos clientes a combinação de experiências citadinas e destinos de praia. Assim, o primeiro objetivo seria ter um hotel na capital e ter um projeto a desenvolver numa praia do oceano Índico”, explicou Simón Pedro Barceló, copresidente do grupo, de acordo com a agência Lusa.
“Isso seria do maior interesse. E se gerarmos procura a partir de Espanha e Portugal, obviamente que voarmos diretamente de Madrid ou Lisboa para Maputo para ligar Espanha ao destino”, acrescentou o responsável, em declarações no final do encontro com o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, em Sevilha.
Segundo Simón Pedro Barceló, o encontro com Chapo permitiu “perceber um pouco da visão do Presidente em relação ao turismo” em Moçambique: “E pude transmitir ao Presidente o nosso interesse enquanto empresa de turismo em crescimento em valorizar e conhecer Moçambique com maior profundidade e, naturalmente, valorizar a nossa presença no país”.
O grupo turístico espanhol, um dos 30 maiores do mundo, atua em “duas grandes áreas de atividade”, hoteleira e de agência de viagens, com operador turístico e companhia aérea, pelo que está “sempre interessado em encontrar novos destinos” para desenvolver a presença comercial, “novos hotéis, onde incorporar hotéis já existentes e também novos destinos”, para os “clientes em Espanha e Portugal”.
“Entre eles, voamos para as Maurícias, no oceano Índico, temos um projeto que vamos começar a construir em Zanzibar no próximo ano, já temos uma presença nas Maldivas, por isso o Oceano Índico é um destino de interesse para nós e esperamos poder ir a Moçambique em breve e ver em primeira mão as oportunidades que o país oferece”, concluiu.




