Quinta-feira, Julho 18, 2024
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“Mais Mundo Houvesse”: Lançado livro que retrata a vida e as viagens do fundador da Pinto Lopes Viagens (com vídeo)

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“Mais Mundo Houvesse” é o nome do livro que retrata a vida e as viagens de Joaquim Pinto Lopes, o criador da agência de viagens e operador turístico Pinto Lopes Viagens e um dos maiores viajantes portugueses.

O lançamento da obra reuniu a família Pinto Lopes, amigos, colaboradores, parceiros e clientes num evento no MAAT, na passada quinta-feira, dia 16. Na apresentação oficial do livro estiveram também presentes Gonçalo Cadilhe, Raquel Ochoa e José Luís Peixoto, que assinam a obra. Um dos momentos altos da apresentação do livro juntou os três escritores com Joaquim Pinto Lopes numa conversa conduzida por Bárbara Guimarães, a que se seguiu uma sessão de autógrafos.

Escrito a três mãos , “Mais Mundo Houvesse” reúne as memórias de viagem de Joaquim Pinto Lopes, provavelmente o português com mais décadas de viagens e mais quilómetros acumulados da nossa época. Fundador da agência de viagens homónima, Pinto Lopes rodeou-se para a elaboração deste livro de três escritores habituados, também eles, a calcorrear o mundo e a escrever sobre viagens: Gonçalo Cadilhe, Raquel Ochoa e José Luís Peixoto. Tanto o livro, como o contributo dos autores, não surgem de um mero acaso. “Mais Mundo Houvesse” é lançado com o intuito de celebrar os cinquenta anos da agência Pinto Lopes Viagens que, a partir de 1973, começou a organizar viagens em grupo primeiro pela Europa e depois por todos os continentes. De acordo com a Pinto Lopes Viagens, a escolha destes escritores em particular explica-se pela colaboração que, nos últimos dez anos, têm desenvolvido no projeto “Viagens com Autores”, “uma forma original e exclusiva de viajar em companhia de figuras públicas e especialistas reconhecidos para destinos extraordinários, perseguindo temáticas culturais que cada um destes autores conhece de forma própria e profunda”.

“Mais Mundo Houvesse” é uma expressão típica de Joaquim Pinto Lopes quando comenta que já pouco lhe falta visitar no planeta Terra. O livro descreve as viagens, as aventuras, os episódios mais marcantes, as situações complicadas ou anedóticas, as grandes etapas de uma vida dedicada há mais de setenta anos a visitar os lugares mais espantosos do globo. Estruturada em três partes, a obra dá diferentes perspetivas do percurso existencial de Joaquim Pinto Lopes. José Luís Peixoto apresenta-nos uma visão poética e humana do viajante e homem de família, mantendo-se dentro do género biográfico. Raquel Ochoa, recorrendo a um estilo empático e intimista, bate à porta de dezenas de amigos, familiares e companheiros de viagem de Joaquim Pinto Lopes para nos dar um retrato complementar do biografado e recordar episódios edificantes das suas vivências que o próprio, ou por humildade, ou por pudor, ou por excesso de vida, deixava por revelar. Gonçalo Cadilhe apropria-se de uma viagem pela Namíbia que realizou em conjunto com Joaquim Pinto Lopes para, extrapolando momentos, confidências e cumplicidades, sugerir reflexões, comentários e leituras que iluminam, de uma forma mais subtil e profunda, a personalidade do biografado.

O livro conta com um caderno de fotografias que por um lado ilustram diferentes fases da existência do viajante e da agência de viagens, como também apresentam fantásticas imagens que nos fazem sonhar com muitos dos lugares por onde Joaquim Pinto Lopes andou e que partilhou com alguns dos milhares de clientes que têm viajado consigo ao longo das décadas.

A celebração dos cinquenta anos da Pinto Lopes Viagens deu a inspiração para este projeto editorial. A partir de um desafio dos filhos de Joaquim Pinto Lopes que, entretanto, aprenderam os segredos do ofício com o pai e se encontram atualmente a liderar a agência, chegou-se à ideia concreta de uma obra repartida pelos três escritores que colaboram no projeto “Viagens com os Autores”. Embora o livro pretenda celebrar cinco décadas de sucesso empresarial da agência, por detrás da motivação para “Mais Mundo Houvesse” está o profundo sentido de gratidão que Cristina, Nuno e Rui Pinto Lopes possuem pelos pais.

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