As festividades dos últimos meses do ano, como o Natal e a passagem de ano, voltam a ser pretexto para um período de férias fora do país. A DS Travel prevê que, este ano, cada português gaste, no mínimo, 400 euros e, no máximo, 2.000 euros, o que equivale a uma média de mil euros por pessoa.
Os dias de viagem mantêm a tendência de 2024, com a maioria dos portugueses a optar por estadias de quatro a sete noites.
Em relação aos destinos mais populares para os mercados de Natal, continuam a figurar no topo das preferências cidades como Viena (Áustria), Estrasburgo (França), Praga (República Checa), Colónia (Alemanha) ou Gdansk (Polónia). Para estas regiões, o valor gasto rondará, em média, os 450 euros por pessoa.
No que diz respeito à passagem de ano, os destinos mais procurados são o Brasil, Dubai, Nova Iorque, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Madeira e algumas das mais importantes capitais europeis, como Londres, Madrid, Paris e Berlim. Nestas viagens, o valor gasto pelos portugueses varia entre 650 euros (pacote de quatro noites na Madeira) e os 2.000 euros, com regime de alojamento e pequeno-almoço.
Marta Almeida, coordenadora nacional da DS Travel , explica que “o final do ano é sempre um período muito procurado para uma pausa de férias devido às diversas festividades”.
“Em grande parte dos países da Europa, os mercados de Natal começam entre o final de novembro e o primeiro fim de semana de dezembro, e quem procura estes destinos deve apressar-se na compra da sua viagem. Recomendamos sempre que as viagens sejam compradas com antecedência para que se consigam as melhores ofertas”, acrescenta.
Neve continua a ser destino apetecível
Outubro é também a altura ideal para começar a reservar as viagens para a neve. Os destinos mais procurados para este ano são Serra Nevada, Andorra, Alpes Suíços e Alpes Franceses.
“Os meses entre dezembro e março são ideais para destinos de neve, nomeadamente para quem pratica desportos como esqui ou snowboard, pois a neve é mais abundante. Quem procura estas atrações e quer fugir das multidões, a preços mais acessíveis, consegue nesta altura boas opções”, conclui Marta Almeida.



