Sábado, Novembro 26, 2022
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Ryanair mantêm 10 rotas para a Madeira na programação de inverno

A Ryanair lançou na quinta-feira, 20 de outubro, a sua programação para o inverno para a Madeira, com 10 rotas de/para capitais europeias, tais como Bruxelas, Dublin, Londres e Milão.

Segundo comunicado de imprensa da companhia aérea, estas rotas “irão conduzir o turismo durante todo o ano para a Madeira, melhorando ao mesmo tempo a conectividade da ilha com as rotas domésticas para Lisboa e Porto, ao mesmo tempo que oferece ligações para os residentes madeirenses, com as tarifas mais baixas”.

As duas aeronaves baseadas na Madeira representam, de acordo com a Ryanair, um investimento de 200 milhões de dólares (204 milhões de euros) e significam que a companhia aérea pode realizar mais de 80 voos semanais e criar mais de 500 postos de trabalho, incluindo 60 empregos diretos.

“A Ryanair anuncia hoje a nossa primeira programação de Inverno para a Madeira, com 10 rotas de/para muitas capitais europeias como Bruxelas, Dublin, Londres & Milão, apoiando o posicionamento da ilha como um destino turístico líder, enquanto ajudamos a melhorar a conectividade da ilha com os voos domésticos para Lisboa & Porto”, afirmou Eddie Wilson, CEO da Ryanair.

Taxas aeroportuárias

A companhia aérea afirma no comunicado que, “a fim de fazer crescer o turismo, a Ryanair, ao contrário dos prestadores de serviços de hospitalidade na Madeira, precisa de certeza nos custos para investir a longo prazo, particularmente numa fase de recuperação pós-covid, pelo que o aumento proposto de 15% das taxas aeroportuárias pela ANA apenas irá danificar e potencialmente inverter o progresso já feito”, defendendo que “o aumento das taxas aeroportuárias resulta em custos de acesso não competitivos às regiões de Portugal, particularmente à ilha da Madeira, quando comparado com outros países europeus que continuam a oferecer incentivos de recuperação”, pode ler-se no comunicado.

“A Ryanair demonstrou claramente a sua capacidade de reconstruir rapidamente a indústria do turismo em Portugal, proporcionando uma maior escolha de destinos aos visitantes/cidadãos portugueses com as tarifas mais baixas possíveis, durante todo o ano. Apelamos à ANA para que abandone os aumentos propostos e, em vez disso, recompense as companhias aéreas que investem no aumento do número de passageiros com tarifas mais baixas, à semelhança do que a AENA, a Autoridade Aeroportuária Espanhola, fez ao alargar os seus incentivos de recuperação pós-covid para o período de Inverno”, sublinha a nota.

A companhia aérea britânica apela à ANA que inverta “imediatamente a sua proposta de aumento de preços em 15%”, propondo “introduzir um esquema de incentivos com taxas mais baixas para recompensar as companhias aéreas pela entrega de capacidade adicional, ligações durante todo o ano, e crescimento”.

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