Segunda-feira, Maio 27, 2024
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SAS, Iberia e Volotea entre as companhias aéreas que mais reduziram emissões de CO₂ no mundo

A Scandinavian Airlines foi a companhia aérea com a maior redução de emissões em CO₂ do mundo, em voos de longo curso, entre maio de 2019 e maio de 2022, e a Iberia ficou em segundo na mesma categoria. A Air Canada destacou-se no mercado de curto-curso, ficando em primeiro lugar, e a companhia espanhola Volotea alcançou o segundo, de acordo com um relatório elaborado pela IBA, uma consultoria global de inteligência do mercado da aviação, que monitoriza anualmente mais de 65.000 aeronaves e 35 milhões de voos.

O relatório indica que as principais companhias aéreas mundiais reduziram até 17% das suas emissões em CO₂ desde 2019. Esta redução tem sido impulsionada, principalmente, pela renovação das frotas das companhias aéreas com aeronaves de nova geração, que são mais eficientes em termos de combustível.

Os melhores desempenhos nos setores de longo, médio e curto curso

A Scandinavian Airlines (SAS) reduziu as suas emissões de CO₂ em 18% desde 2019, a melhoria mais significativa entre todas as companhias no ranking. A Iberia reduziu 17% das suas emissões desde o ano pré-pandémico, tornando-se na segunda companhia aérea do mundo com a maior redução em longo-curso.

O relatório da IBA atribui a redução das emissões de CO₂, no caso da Iberia, à renovação da sua frota com o Airbus A330s bimotor e, em particular, com a adição, a partir de 2018, do Airbus A350s e com a reforma, em 2020, do Airbus A340/600s, os últimos aviões a quatro motores utilizados para operar as suas rotas de longo curso.

O mercado de médio curso é liderado pela Beijing Capital Airlines, com uma redução de 16% nas emissões de CO₂. A Air Canada destaca-se no mercado de curto curso com uma redução de 17% nas emissões de CO₂ desde 2019. A Volotea conseguiu reduzir as suas emissões em 14,2% por lugar-km percorrido, ocupando o segundo lugar no mundo e o primeiro na Europa com a maior redução de emissões nestas rotas.

Os resultados da Volotea também foram afetados pela mudança de frota que a companhia empreendeu no verão passado, quando substituiu os seus Boeing 717 por aeronaves Airbus 319/320, como parte da sua transição para uma frota de aeronaves A319 e A320 a 100% Airbus, o que contribuiu fortemente para a redução das suas emissões de CO₂.

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