A Skyscanner anunciou o lançamento da sua aplicação no ChatGPT, passando a permitir aos utilizadores pesquisar e comparar voos diretamente através da interface conversacional da plataforma de inteligência artificial.
De acordo com o comunicado, a nova funcionalidade possibilita que o planeamento de viagens decorra “como uma conversa natural”, com acesso a resultados em tempo real sempre que necessário. O utilizador pode iniciar a pesquisa com um pedido simples – por exemplo, procurar o voo mais barato para Nova Iorque em dezembro – recebendo de imediato as opções disponíveis apresentadas de forma visual.
A partir daí, é possível ajustar datas ou aeroportos, comparar alternativas e analisar preços através de novas mensagens. A empresa refere que se trata da “lógica e preços da Skyscanner em que as pessoas confiam, integrados num fluxo conversacional mais intuitivo”.
No comunicado, Piero Sierra, Chief AI Officer da Skyscanner, afirma que a empresa tem estado “na linha da frente da pesquisa de voos com tecnologia de ponta”, assegurando que o objetivo é garantir que “os viajantes dispõem das ferramentas certas para reduzir fricção e aumentar a confiança na escolha do voo mais adequado”. O responsável acrescenta que os utilizadores podem agora aceder à aplicação da Skyscanner no ChatGPT para pesquisar “as melhores opções e preços de voos para a sua viagem”.
A empresa refere ainda que está a aplicar inteligência artificial noutros pontos da experiência do viajante, nomeadamente através de chatbots de aluguer de automóveis e de hotéis na sua própria plataforma, proporcionando experiências conversacionais com decisões “mais rápidas e de maior qualidade”. A tecnologia está também na base da funcionalidade “Football Flight Finder”, que apoia adeptos na organização de viagens para o Campeonato do Mundo, facilitando itinerários multi-cidade e o acompanhamento de variações tarifárias.
Piero Sierra conclui que a Skyscanner continuará a evoluir a pesquisa de viagens para além dos formulários tradicionais, apostando em experiências dinâmicas orientadas por respostas. “Vamos expandir a pesquisa em linguagem natural com explicabilidade e desenvolver cenários autónomos apenas quando a confiança e a viabilidade económica o justificarem. O sucesso na IA será definido por melhores decisões e pela confiança conquistada junto dos viajantes”, refere.
A funcionalidade foi lançada, numa primeira fase, no Reino Unido e nos Estados Unidos.



