Sexta-feira, Outubro 15, 2021
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TAP: “A operação para a América do Sul tem sido fantástica, assim que as fronteiras abriram”

Christine Ourmières-Widener, CEO da TAP, afirmou esta quarta-feira, dia 13 de outubro, que assim que se abriram as fronteiras para vários países da Europa para o Brasil, incluindo Portugal, “vimos um aumento significativo de reservas”. “São boas notícias, mas é apenas um início”. A CEO da TAP falava esta manhã, numa intervenção online, na conferência da CAPA – Center for Aviation, que decorre em Porto Rico.

Questionada sobre como decorre a reestruturação da companhia, a responsável começou por dizer que “vemos sinais de recuperação, mas lenta”, e sublinhou que “todas as companhias continuam a sua reestruturação, não podemos dizer que já parámos”. Ourmières-Widener recordou que já saíram da empresa quase 2 mil pessoas: “Foi um grande passo difícil para a companhia. Estamos a reduzir custos em todo lado, é um desafio muito grande. Não é o mesmo negócio, nem o mesmo mundo, estamos a otimizar a nossa rede todas as semanas, temos de nos adaptar, a nossa equipa está a trabalhar bastante para garantir que otimizamos a rede assim que alguma fronteira é aberta ou existem mudanças de restrições. É um trabalho muito exaustivo”.

Christine Ourmières-Widener fez um balanço da operação da companhia para as três principais regiões de longo curso (América do Norte, América do Sul e África): “Definitivamente, as rotas para a América do Sul têm sido fantásticas, assim que as fronteiras se abriram. A questão é a longo prazo, se a resiliência das reservas continua, porque há constantes mudanças. Temos de aceitar que há um novo normal. A retoma na América do Norte é mais lenta e África tem sido mais resiliente, não se vê sinais de inflexão nas reservas, tem sido estável”.

A CEO da TAP disse ter expetativas quanto à época do Natal e fim de ano: “O que observamos é que as pessoas estão a reservar novamente com dois meses de antecedência, o que não vimos há muito tempo. Mas novamente é algo muito volátil. Esperamos que as fronteiras não mudem as regras e que se mantenham abertas. É algo que é muito importante para dar confiança aos passageiros”.

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