Quinta-feira, Julho 18, 2024
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Turismo pode representar 20% do PIB em 2033, segundo o Governo

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O secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, afirmou na passada terça-feira, dia 2 de julho, que espera que em 2033 o setor do turismo represente 20% do PIB, arrecadando mais de 56 mil milhões de euros de receitas e empregando mais de 1,2 milhões de pessoas.

O secretário de Estado do Turismo, esteve presente na edição da QSP Summit, a qual contou com a participação de mais de 3.500 participantes de 30 países, e com mais de 100 oradores, para debater o tema “Rethinking Organizations”.

“Portugal recebeu em 2023 praticamente 30 milhões de turistas que geraram uma economia turística de cerca de 25 mil milhões de euros de receitas. A nossa expectativa é que em 2033 Portugal possa arrecadar globalmente mais de 56 mil milhões de euros de receitas, possa empregar mais de 1,2 milhões de pessoas e isto possa significar praticamente 20% do PIB” (Produto Interno Bruto), disse Pedro Machado, na cerimónia de abertura da 17ª edição do QSP Summit, no Porto. 

Pedro Machado considerou a escolha do tema da cerimónia “oportuna” e defendeu que para o país alcançar essa expectativa persistem desafios, principalmente externos, com a alteração dos modelos de negócio e competitividade, com o domínio da inteligência artificial e a premência da sustentabilidade. 

Defendendo que estes são desafios para o Estado, organizações públicas e privadas, Pedro Machado notou que a capacidade das organizações se ajustarem irá ser refletida também no setor turístico, onde disse existir “uma equação complexa e desafiante” entre a sustentabilidade, qualidade e coesão territorial. 

“Este triângulo tem de ter uma avaliação, ajustamento e dinâmica permanente. É o nosso desafio quando projetamos um crescimento exponencial em matéria de entrada de turistas estrangeiros. A forma, o modo e a resposta que somos capazes de dar”, referiu, acrescentando que à coesão territorial somou-se a transversalidade do território e a diversidade de produtos. 

Na cerimónia esteve também presente o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, António Cunha, que destacou a importância de se repensar as organizações, tanto do setor privado, como do setor público, lembrando que o contexto internacional é “crescentemente desafiante”, ao qual se juntam outros desafios ao nível da transição digital ou ambiental. 

Já o vice-presidente da Câmara do Porto, Filipe Araújo, também presente na cerimónia, considerou o tema desta edição “da maior importância e atualidade”, defendendo que tanto as organizações públicas como privadas “têm de ser repensadas e redefinidas à luz dos presentes desafios num mundo marcado pela incerteza e volatilidade”.

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