O grupo Vila Galé comprou o Paço da quinta de Curutêlo, em Ponte Lima, com o objetivo de restaurar o castelo e fazer um projeto de enoturismo, na área do Vinho Verde, composto por unidade hoteleira, adega e centro de eventos. O anúncio foi feito esta quarta-feira, dia 23, numa conferência de imprensa no Vila Galé Estoril sobre o balanço da atividade e divulgação de novos projetos.
Segundo o presidente da Vila Galé, Jorge Rebelo de Almeida, o objetivo será fazer em Ponte de Lima um projeto muito semelhante ao Vila Galé Douro Vineyards, aberto em Armamar.
Apesar da pandemia, a cadeia Vila Galé não travou o investimento em novas unidades hoteleiras. Em 2020, abriu três hotéis em Portugal: o Vila Galé Alter, o Vila Galé Serra da Estrela e Vila Galé Douro Vineyards.
Já quanto aos projetos futuros, a cadeia hoteleira prevê abrir até junho de 2023 quatro hotéis num investimento de 50 milhões de euros: o Vila Galé Collection São Miguel, em Ponta Delgada, fruto de uma parceria com a Santa Casa da Misericórdia; o Vila Galé Collection Tomar, no antigo Convento de Santa Iria e do Colégio Feminino, no centro da cidade; o Vila Galé Nep Kids, em Beja, próximo do Vila Galé Clube de Campo; e o Vila Galé Monte da Faleira, também em Beja, na mesma herdade onde já tem o hotel Vila Galé Clube de Campo, tratando-se de um agroturismo vocacionado para casais.
Já quanto ao Brasil, o grupo prevê a abertura, a 23 de junho de 2022, do Vila Galé Alagoas na Praia de Carro Quebrado, com 514 quartos, e a temática da literatura.
Apesar de ter sido um ano melhor do que 2020, em 2021, as receitas hoteleiras do grupo Vila Galé em Portugal ficaram ainda cerca de 50% abaixo das registadas em 2019, totalizando 59 milhões de euros. Já no Brasil, ascenderam a 325 milhões de reais, menos cerca de 15% do que em 2019.



