O Barceló Hotel Group anunciou esta quarta-feira a abertura do Palácio San Juan, um Royal Hideaway Hotel, em Múrcia, naquele que é o primeiro hotel de cinco estrelas da cidade espanhola. A unidade, propriedade do Grupo Fuertes, resulta da recuperação integral do histórico Palácio de Floridablanca e marca também a estreia da marca Royal Hideaway Hotels & Resorts na região.
Localizado em pleno centro histórico, o hotel dispõe de 70 quartos e suites, um terraço panorâmico com piscina e diferentes espaços gastronómicos. A proposta procura conjugar o património histórico do edifício com uma abordagem contemporânea à hotelaria de luxo.
O projeto de restauração, liderado pelo arquiteto murciano Jesús Zafra, procurou preservar elementos patrimoniais do edifício, entre os quais o emblemático Arco de San Juan e a arquitetura neoclássica original. A intervenção combina estes elementos com materiais como madeiras nobres, mármores e texturas naturais.
“O Palácio San Juan, um Royal Hideaway Hotel, nasce com a vocação de se tornar um daqueles locais capazes de definir um destino”, afirma Gaspar Sáez, diretor de Operações (COO) do Sul de Espanha e Algarve do Barceló Hotel Group. Segundo o responsável, a recuperação do Palácio de Floridablanca permite “oferecer uma proposta única que combina património, luxo contemporâneo e uma profunda ligação com a identidade de Múrcia”.

A gastronomia assume um papel central na nova unidade, com o Ocra, restaurante que pretende valorizar os produtos e a tradição culinária da região. O conceito tem assinatura do chef Juanlu Fernández, distinguido com duas estrelas Michelin e dois prémios Best Chef Awards Knives.
O hotel conta ainda com o Royal Heaven, terraço panorâmico com piscina, cocktails de autor e vistas sobre a Catedral de Múrcia, concebido como um novo espaço de encontro na cidade.
A abertura deverá também ter impacto na economia local. Segundo as estimativas divulgadas pelo grupo, o hotel deverá criar cerca de 100 postos de trabalho adicionais, enquanto a política de fornecedores prevê que 80% sejam locais e 22% de “km 0”.
Para Tomás Fuertes, presidente do Grupo Fuertes, a recuperação do edifício representa “um compromisso firme com a cidade de Múrcia”. O responsável considera que a transformação do antigo palácio no primeiro hotel de cinco estrelas da cidade permitirá “valorizar a nossa história” e “impulsionar o turismo de qualidade na Região de Múrcia”.
Com esta abertura, o Barceló Hotel Group reforça a sua presença na Região de Múrcia e introduz pela primeira vez na comunidade a sua marca mais exclusiva, Royal Hideaway Hotels & Resorts, numa aposta em propostas de alojamento associadas ao património, à gastronomia e à identidade dos destinos.







