Segunda-feira, Maio 27, 2024
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ARAC cria plataforma que permite aos associados terceirizar serviços

A ARAC – Associação Nacional de Locadores de Veículos está a preparar uma plataforma que permitirá aos seus associados terceirizar alguns serviços.

“Com vista a proporcionar às empresas associadas todo o apoio de que necessitam no seu dia a dia, está em preparação a criação de uma nova plataforma de serviços com vista a que as empresas possam terceirizar com a sua associação tarefas que não constituam a sua atividade principal”, anunciou Joaquim Robalo de Almeida, secretário geral da ARAC, no encerramento da IV Convenção Nacional da associação, que decorreu em Alcobaça, esta sexta-feira, dia 31.

“Estamos certos de que a descentralização de tais tarefas proporcionará novas oportunidades de crescimento para todas as empresas associadas da ARAC”, completou.

No balanço da convenção, o secretário geral afirmou que não restam dúvidas “de que as empresas de aluguer de veículos estão no centro de uma série de grandes transformações que vão para da sua natureza comercial”. Além da “importância cada vez maior que as empresas representadas pela ARAC têm assumido nas exportações com a consequente entrada de divisas no nosso país e a criação de postos de trabalho diretos e indiretos, importa realçar a grande importância na proteção ambiental, na mudança de comportamentos numa sociedade que passa cada vez mais a valorizar o uso em detrimento da propriedade”, defendeu.

Joaquim Robalo de Almeida sublinhou as tendências que estão a impactar o mercado. Por um lado, o “aprofundamento da digitalização e desmaterialização das operações de locação de meios de mobilidade”, por outro os novos modelos de negócio.

“Para que as empresas possam beneficiar dos avanços tecnológicos, precisam entender que urge alterar não apenas as ferramentas com as quais se gere uma empresa, mas sobretudo como essas inovações requerem mudanças de cultura e de modelos de negócio”, constatou.

No que refere à regulamentação, o secretário geral também se mostrou preocupado com a recente “transposição de uma diretiva europeia referente à cobrança de taxas em vias portajadas”, defendendo que “extravasou o diploma que lhe deu origem e tem trazido sérios problemas às empresas de aluguer de veículos sem condutor, com reflexos na própria atividade turística”. Sobre esta matéria, disse ainda que a associação está convicta ,“dentro da razoabilidade e do rigor jurídico, será certamente possível rever tal legislação de forma consensual, de modo que a situação concorrencial com os demais países (em particular com a vizinha Espanha) não seja desvirtuada, o que teria implicações negativas para a economia nacional”.

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