Quinta-feira, Maio 23, 2024
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As 10 companhias aéreas com maior número de cancelamentos de voos na Europa

As principais companhias aéreas cancelaram mais de 2.000 voos em toda a Europa, no período entre 1 a 15 de julho, como consequência das dificuldades que enfrentam atualmente relacionadas com a escassez de funcionários. A Mabrian, uma plataforma de informações de viagens, identificou as 10 principais companhias aéreas com mais cancelamentos.

A primeira posição, por número de voos cancelados, é ocupada pela easyJet (-1,3494). É seguida pela Turkish Airlines (-399), SAS (-145), Wizz Air (-86), Vueling (-69), TUIfly (-51), Wizz Air UK (-45), United (-30), Air Europa (-12) e Saudia (-11).

Carlos Cendra, diretor de vendas e marketing da Mabrian comenta, “É altamente invulgar ver as companhias aéreas cancelarem voos regulares com tão pouca antecedência, literalmente semanas antes da descolagem, mesmo no pico da estação do verão. Olhando apenas para os dez primeiros cancelamentos com base nestes dados, podemos ver mais de 2.000 voos cancelados em toda a Europa apenas para o período de 1 a 15 de julho. Nunca vimos nada assim e é um reflexo das dificuldades laborais que as companhias aéreas e os aeroportos estão a ter neste momento, tornando-os incapazes de regressar aos níveis de capacidade de 2019.”

“Contudo, embora o número total de voos cancelados pela easyJet seja de 1.394, como percentagem da sua capacidade aérea, é justo salientar que este é apenas 5,5% (ou um em cada 20 voos) e que, talvez surpreendentemente, é a Turkish Airlines que tem a maior proporção de voos cancelados, com quase 7%.”, sublinhou o diretor.

“De facto, quando olhamos para os números globais em termos de percentagem da capacidade aérea de uma companhia aérea, notamos que em muitos casos os cancelamentos em termos relativos são muito baixos. Ainda assim cada cancelamento representa um pesadelo de férias para alguém e uma perda de receitas para a companhia aérea: ninguém está a ganhar aqui e, como indústria, estamos muito longe de resolver o problema”, concluiu Carlos Cendra.

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