Sábado, Fevereiro 14, 2026
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Conversas de Verão | Com Carlos Conceição, General Manager da Vitor’s Hotels & Apartments

Durante o mês de agosto, o TNews lança “Conversas de Verão”, uma rubrica descontraída que dá a conhecer o lado mais pessoal dos profissionais do turismo. Em pequenas entrevistas, falamos de destinos de sonho, malas de férias e memórias marcantes — sempre com o objetivo de valorizar quem faz o setor acontecer.

Com Carlos Conceição | General Manager da Vitor’s Hotels & Apartments

Que destino escolheria para umas férias sem pensar em trabalho?

Apesar de ter alguns destinos na agenda, o meu destino de eleição, nesta altura, seria o Japão. Não necessariamente para experienciar a sensação cosmopolita de Tokyo, mas também para absorver a cultura, de um modo geral, de um país que me fascina, confesso. A parte rural, as tradições, a gastronomia, o povo. Para mim, existe algo de mágico naquele lugar que gostava imensamente de explorar. Obviamente, o objetivo seria sempre “desligar”, no entanto, creio também que faz parte do nosso ADN hoteleiro estar sempre em alerta.

O que não pode faltar na sua mala de férias?

Sou uma pessoa muito prática nesse aspeto, pois não gosto de andar excessivamente carregado. Basicamente roupa e calçado confortável, para o dia-a-dia, para poder explorar e conhecer os sítios, uma roupa mais formal para um bom jantar e um casaco leve para noites mais frescas. O que não pode mesmo faltar, é o carregador do telemóvel.

Que livro ou filme sobre viagens mais o marcou?

“Sete anos no Tibete”. É curioso mostrar como uma viagem pode transformar a forma de ver o mundo e os seus valores.

Tem alguma memória de uma viagem que correu mal? O que aprendeu com essa experiência?

Felizmente, não tive nenhum episódio que possa considerar ter corrido alguma coisa mal. Acho que breves atrasos ou outras coisas de menor relevância não podem ser consideradas como más, mas sim, parte de um processo que não é infalível. Pela minha experiência e pelo cargo que exerço, acho que tenho a capacidade de ser bastante ponderado e empático quando algumas coisas não correm tão bem, pois faz parte do meu dia-a-dia fazer com que essas mesmas coisas não aconteçam aos outros.

Se pudesse inventar o resort ou hotel ideal, como seria?

Um boutique hotel familiar, onde o tempo passasse muito devagar, onde menos é mais. Resumidamente, menos quantidade e muito mais qualidade, com um serviço ímpar e diferenciado.

Se é profissional do turismo e quer participar na rubrica “Conversas de Verão”, envie o seu contributo respondendo a estas cinco perguntas para cmonteiro@tnews.pt.

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