Durante o mês de agosto, o TNews lança “Conversas de Verão”, uma rubrica descontraída que dá a conhecer o lado mais pessoal dos profissionais do turismo. Em pequenas entrevistas, falamos de destinos de sonho, malas de férias e memórias marcantes — sempre com o objetivo de valorizar quem faz o setor acontecer.
Com Mariana Ramos | Diretora de Vendas e Marketing dos Hotéis Moov
Que destino escolheria para umas férias sem pensar em trabalho?
Turks & Caicos. Era uma viagem que ia fazer durante o Covid e que ficou adiada.
O que não pode faltar na sua mala de férias?
Bikinis, roupa leve e fresca, água termal, protetor solar, chapéu de sol, sandálias e um livro.
Que livro ou filme sobre viagens mais o marcou?
“Comer, Rezar, Amar” de Elizabeth Gilbert, um livro em busca da autodescoberta e da felicidade.
Tem alguma memória de uma viagem que correu mal? O que aprendeu com essa experiência?
Há muitos anos, quando fui para Cancún, a minha mala e da minha família não foi entregue e tivemos cinco dias sem mala, numas férias que eram de oito dias. Foi desafiante, tivemos de gerir reclamações com a agência de viagens e companhia aérea, e comprar algumas peças de roupa para esses dias. O que era para ter sido uma semana relaxante acabou por ser bastante stressante. Depois dessa viagem, comecei sempre a viajar com uma mala de cabine com algumas roupas para os primeiros dias.
Se pudesse inventar o resort ou hotel ideal, como seria?
Para mim, o resort ideal teria de ser uma combinação de conforto, design moderno, vista para o mar deslumbrante, e experiências relaxantes. Os quartos tinham de ser espaçosos, com cama grande, super confortável, casa de banho com banheira e chuveiro, bem integrado na natureza e com privacidade garantida. Piscina privada na acomodação, em cima da praia, é um plus. A nível de gastronomia, é essencial ter diferentes restaurantes com diferentes conceitos de cozinha, com ingredientes frescos e cuidadosamente selecionados. Um spa com tratamentos personalizados às necessidades de cada hóspede e envolvido na natureza. Ter um guest relation atribuído ao hóspede, para que o pudesse aconselhar no que entendesse necessário. O atendimento, para mim, é o que mais valorizo, para além do conforto e limpeza dos espaços.
Se é profissional do turismo e quer participar na rubrica “Conversas de Verão”, envie o seu contributo respondendo a estas cinco perguntas para cmonteiro@tnews.pt.



