O Fundo Revive Natureza abriu seis novos concursos para a requalificação e valorização de imóveis públicos devolutos localizados em Coimbra, Castelo Branco, Guarda e Lisboa. As candidaturas decorrem até 6 de novembro.
Entre os imóveis abrangidos estão a Casa Florestal das Regalheiras e o antigo posto fiscal de Quiaios, ambos na Figueira da Foz (Coimbra), o antigo posto fiscal de Monte Fidalgo (Vila Velha de Ródão) e a Casa Xavier (Vila de Rei), em Castelo Branco, bem como os Moinhos da Corredoura (Celorico da Beira, na Serra da Estrela) e o edifício florestal da Abrigada (Alenquer, Lisboa).
Na sessão de apresentação, realizada na Figueira da Foz, o presidente do Turismo de Portugal, Carlos Abade, sublinhou que “este projeto atua ao nível local e pode fazer diferenças substanciais em territórios do interior, pelo que é extraordinário enquanto fator de valorização económica e de criação de emprego local”.
Segundo a administradora do Fundo, Rita Lavado, as candidaturas serão avaliadas com base em critérios como a criação de empregos locais, a ligação dos candidatos ao território e a aposta em sustentabilidade e inovação.
Desde julho de 2020, o Fundo Revive Natureza já lançou 64 concursos referentes a 36 imóveis e 29 estações ferroviárias. Até ao momento, foram analisadas 436 candidaturas, estando 33 imóveis adjudicados, 22 com contrato assinado e 12 já recuperados e em exploração.
O Fundo Revive Natureza é gerido pela Fomento – Fundos de Investimento Imobiliário e tem como objetivo dar uma nova vida a património público devoluto, sobretudo em territórios do interior, transformando-o em ativos turísticos e culturais com impacto local.



