O “Fuse Valley” ambiciona ser a Silicon Valley portuguesa. O empreendimento inovador da Farfetch e da Castro Group vai ser construído nas encostas do Rio Leça, em Matosinhos, no Porto. A abertura está prevista para 2025 e prevê-se que crie 7 mil empregos.
A recém-inaugurada sede da plataforma contará com 12 edifícios interconectados, e com um design exclusivo, que representam os diferentes elementos da organização da empresa. O projeto está definido para começar no início de 2023 e abrir portas em 2025. ‘O Fuse Valley’ candidata-se a ser o empreendimento mais sustentável de Portugal e um dos mais sustentáveis da Europa.
O projeto prevê a construção de 24 edifícios, lar de várias empresas de tecnologia e startups. O espaço de 178.000 metros quadrados também incluirá praças, parques, pátios paisagísticos e uma unidade hoteleira com 75 quartos e 42 apartamentos.
“Ambicionamos construir um total de 24 edifícios, 14 dos quais prevemos que estejam construídos até 2025. Destes, sete são para os espaços da Farfetch e os restantes promovidos pelo grupo, incluindo o hotel”, aponta Paulo Castro, CEO do Castro Group, citado pelo zap.aeiou.

Cada edifício assenta numa série de terraços verdes que ligam a estrada principal ao rio Leça. Ao longo da orla ribeirinha, são colocados diversos programas e equipamentos públicos para aproveitar ao máximo os recursos naturais.

As coberturas dos edifícios são colocadas para formar um prolongamento artificial da encosta, criando terraços que proporcionam aos empregados e visitantes espaços abertos e amplos de lazer.
“A mobilidade verde também faz parte deste projeto que reservou 10% dos lugares de estacionamento para veículos elétricos, espaços para bicicletas e trotinetes elétricas. Combinado as soluções arquitetónicas propostas pelo arquiteto finlandês coma eficiência dos sistemas escolhidos, o Fuse Valley vai reduzir em 49% o consumo de energia e ainda vai diminuir em 75% o consumo de água nos jardins, por exemplo”, constata o idealista.









Muito bom.