Terça-feira, Dezembro 9, 2025
Terça-feira, Dezembro 9, 2025

SIGA-NOS:

Governo anuncia terceira fase do Revive que prevê requalificação de mais 15 imóveis

-PUB-spot_img

A terceira fase do Programa Revive prevê a requalificação de mais 15 imóveis públicos, anunciou esta quarta-feira, dia 21, o Governo.

O novo programa, que visa a recuperação e valorização do património para fins turísticos e económicos, irá reabilitar: o antigo Hospital da Santa Casa da Misericórdia da Ribeira Grande (Açores), o antigo Sanatório de Portalegre, a Quinta e Palacete da Ponte da Pedra (Matosinhos), a antiga Colónia de Férias da Torreira (Murtosa), o antigo Convento da Senhora da Alegria e os antigos Quartéis do Burgo Medieval (Castelo de Vide), o antigo Matadouro de Barcelos, o antigo Centro Psiquiátrico de Arnes (Soure) e o Palace Hotel do Buçaco (Mealhada).

A estes juntam-se os imóveis já referidos no âmbito da Agenda do Turismo para o Interior: as Termas das Caldas de Moledo (Peso da Régua e Mesão Frio), a Casa do Brasileiro (São João da Pesqueira), a Quinta do Mosteiro de São Pedro de Folques (Arganil), o antigo Sanatório Infantil do Caramulo (Tondela), a Casa dos Almeidas (Sardoal), o Castelo e Casa Portilheiro (Crato) e o Convento de Nossa Senhora do Desterro (Monchique).

Nuno Fazenda, secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, considerou o Programa Revive um “sinal da vitalidade e importância deste programa na requalificação e aproveitamento económico do património imobiliário público com valor arquitetónico, patrimonial, histórico e cultural, concedendo uma nova oportunidade a imóveis em adiantado estado de degradação”.

No mesmo dia que a lista de imóveis foi divulgada, o governante anuncia, em Estremoz, a abertura do novo concurso público para a concessão, por um período de 50 anos, do conjunto edificado que integra a Casa das Fardas (imóvel inscrito na segunda fase do programa), antigo Assento Real utilizado como Armazém de Fardas do Exército da Província do Alentejo. Os investidores interessados terão um prazo de 120 dias para a apresentação de propostas.

A futura concessão tem como finalidade “a reconstrução, realização de obras e subsequente exploração turística” do imóvel com um total de 2.391 metros quadrados, incluindo o Paiol, um anexo de cozinhas e a Casa do Guarda. Em comunicado, o Governo referiu que a conceção deste património possa resultar num número estimado de 53 unidades de alojamento, caso se pretenda instalar uma unidade hoteleira.

De acordo com o Ministério da Economia e do Mar, estão “atualmente em vigor 18 contratos que representam um investimento de cerca de 142,5 milhões de euros, a que correspondem rendas anuais de cerca de 2,5 milhões”.

Nas duas primeiras fases dos programas foram listados para recuperação 49 imóveis, dos quais 23 pertenciam a território de baixa densidade.

-PUB-spot_img

DEIXE A SUA OPINIÃO

Por favor insira o seu comentário!
Por favor, insira o seu nome aqui

-PUB-spot_img
-PUB-spot_img