O grupo Casais está a desenvolver atualmente quatro unidade do grupo francês B&B Hotels em Portugal. São elas o B&B Olhão, com um investimento de cerca de 6 milhões de euros; o B&B Guimarães, com investimento de 11 milhões de euros; o B&B Oeiras, cujo investimento ascende aos 7 milhões de euros; e o B&B Gaia, projeto com um investimento global de 17,5 milhões de euros.
O grupo firmou uma parceira com a B&B Hotels, que prevê a construção de seis unidades, duas dessas unidades já se encontram em funcionamento: o B&B Hotel Lisboa Montijo e B&B Hotel Lisboa Aeroporto.


Entre as quatro unidades em desenvolvimento, a mais avançada é o B&B Guimarães. Com 95 quartos e 44 studios para arrendamento, está prevista a sua abertura no final do ano 2022. O grupo deu ainda início, este verão, à construção do Hotel B&B Olhão. Em parceria com a Sunny, o projeto é assinado pelo do arquiteto José Mário Fernandes. O valor de investimento (6 milhões de euros) integra ainda a renovação do Ria Shopping, espaço onde está inserida esta nova unidade hoteleira de 3 estrelas, com capacidade para 89 quartos. A previsão de conclusão do B&B Olhão é a primavera do próximo ano, uma unidade hoteleira.


José Mário Fernandes, administrador executivo do Grupo Casais refere que, nesta parceria, a empresa “procura desenvolver um produto de imobiliário feita à medida das necessidades da B&B. Isso permitiu-nos pensar numa perspetiva de desenvolvimento das soluções que melhor se adaptam em diversas dimensões associadas à utilização – desde a operação e manutenção assentes numa ótica
de eficiência”.
Como resultado, todas unidades têm algum em comum: a sustentabilidade, economia circular e eficiência. “Tirando partido da repetição permitiu-nos criar componentes que podem ser usados em todos os hotéis e reaproveitados entre eles”.
Ao longo dos últimos 15 anos, o Grupo Casais já foi responsável pela execução de quase 100 unidades
hoteleiras em Portugal e estrangeiro. Segundo o administrador executivo, a pandemia abrandou a construção de novos hotéis, porque a hotelaria foi “muito penalizada com a redução do turismo”. No entanto, acredita que “o regresso do turismo vai fazer com que se retome o investimento no setor hoteleiro”.
O responsável do Grupo Casais identifica ainda uma tendência na construção de hotéis atualmente: “A sustentabilidade, sem dúvida, mas com medidas mais claras e percetíveis para o cliente final. Já não chega afirmar que não se usa plástico, ou que se desperdiça menos água. É importante dar sinais que a construção do hotel respeitou um conjunto de princípios que permitem a redução da pegada de carbono incorporada, assim como a operação do mesmo goza e usufrui de benefícios obtidos pela aposta na eficiência da operação”.


