Quinta-feira, Fevereiro 22, 2024
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Guestcentric regista aumento de 16% nas receitas geradas para os hotéis portugueses

A Guestcentric, empresa que fornece soluções de comércio eletrónico para hotéis, atingiu em 2023 mais de 330 milhões de euros, um aumento de 16% face a 2022 nas receitas geradas para os hotéis portugueses.

Assim sendo, a Guestcentric, que viu expandir o seu portfólio de clientes em 200 hotéis no ano passado, registou um crescimento nas receitas geradas para os hotéis portugueses de €285 milhões em 2022 para €331 milhões – um incremento de 16%. O número de reservas aumentou de 607 mil em 2022 para 640 mil em 2023; enquanto as noites reservadas atingiram 1,74 milhões em 2023 – em comparação com 1,65 milhões em 2022. Desse modo, ambos os indicadores registaram um crescimento de 5% face a 2022.

Segundo os responsáveis, numa perspetiva económica mais alargada, o crescimento de 16% registado pelos hotéis clientes da Guestcentric, em 2023, também “supera o desempenho económico geral do País”. De acordo com o Banco de Portugal, a economia portuguesa cresceu 2,1% em 2023, sendo que o setor do turismo, onde a Guestcentric opera, desempenhou um “papel significativo”, uma vez que se estima que “tenha sido responsável por cerca de 20% do PIB português em 2023”.

“Um dos fatores que mais impulsionou estes resultados foi o investimento estratégico dos hotéis em tecnologia, resultando na criação de empregos de maior valor na hotelaria em geral. A crescente adoção de tecnologia, aliada à redução da dependência de intermediários na distribuição turística, têm sido essenciais no alcance de uma maior rentabilidade financeira do negócio hoteleiro – que já se verificou em 2023”, explicou a Guestcentric.

“Na nossa trajetória de 2023, enquanto empresa, a Guestcentric impulsionou os nossos hotéis a atingir novos patamares de resultados, mas também estabeleceu um precedente para a indústria”, afirmou Pedro Colaço, CEO da Guestcentric, acrescentando que o ano de 2024 vai “trazer-nos uma maior transformação digital nos hotéis portugueses, um indicador muito positivo, que é fulcral para uma maior rentabilidade”.

“Diante o aumento de salários e a escassez de mão-de-obra, é fundamental que os hotéis continuem a investir em tecnologia, tornando a indústria mais sofisticada e atrativa para trabalhadores altamente qualificados. A evolução tecnológica permite que os pequenos hotéis concorram de forma efetiva com as grandes marcas. Por outro lado, com uma maior aposta na tecnologia, a indústria hoteleira ganha em termos de sofisticação, comparativamente a outros setores, também eles compostos por pequenos negócios. E, para que os hotéis possam maximizar estas vantagens, a sua transformação digital é crucial para o seu crescimento e rentabilidade”, sublinhou Pedro Colaço.

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