A Meliá Hotels International registou um aumento significativo de 72,4% no lucro líquido no primeiro semestre deste ano, atingindo 88,5 milhões de euros, em comparação com o mesmo período de 2024.
Em comunicado, o grupo hoteleiro Meliá Hotels International, que conta com 12 unidades em Portugal, informa que as receitas consolidadas totalizaram os 991,1 milhões de euros, mais 3,2% face a igual período de 2024, apesar do impacto da desvalorização do dólar americano em relação ao euro.
O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) alcançou os 248 milhões de euros, um aumento de 3,2% em relação ao período homólogo, o que mantém a previsão de terminar 2025 com níveis de rácio de endividamento semelhantes ou superiores a 2024.
A Meliá destacou ainda que se mantém a tendência positiva do negócio hoteleiro, com melhorias na ocupação e nas taxas na maioria dos destinos em comparação com o ano anterior, com exceção da Alemanha e de Cuba, onde espera melhorias nos próximos trimestres.
A receita por quarto disponível melhorou 5,8% no segundo trimestre do ano. Quanto ao terceiro trimestre, o grupo vê uma perspetiva positiva para todos os destinos, sem sinais de abrandamento, antecipando uma “época de verão prometedora”, especialmente nos hotéis de férias, com mais 5% de reservas do que no ano anterior, pelo quarto ano consecutivo.
Para o ano inteiro, a Meliá Hotels International mantém a previsão de fechar 2025 com um aumento da receita por quarto disponível de um dígito médio, com um aumento das taxas e da ocupação.
Este ano, o grupo já abriu 11 novos hotéis e assinou 20, todos em regime de gestão ou ‘franchising’, tendo como objetivo assinar um mínimo de 35 novos hotéis com mais de 8.000 quartos este ano.
Em Portugal, a Meliá anunciou na passada quarta-feira, 30 de julho, a abertura do ME Lisbon, a primeira unidade desta marca hoteleira do grupo em solo português.
O presidente do grupo Meliá afirmou que os resultados do primeiro semestre deste ano “confirmam a tendência de crescimento sustentado e normalizado da procura, que se reflete num aumento da receita média por quarto disponível (RevPAR) em meados de um dígito até junho”.




