As Maldivas continuam a ser um destino de sucesso na Solférias, aparecendo no top 5 dos destinos mais vendidos pelo operador turístico, disse Ricardo Freixinho, Product Manager, ao TNews, durante o evento de apresentação da oferta hoteleira do país.
“Se estivermos a falar dos destinos que são da minha responsabilidade, as Maldivas são o número um. Agora, se considerarmos todos os destinos da Solférias, incluindo a componente de charter, que tem um peso muito grande na faturação, as Maldivas aparecem no top 5”, explicou Ricardo Freixinho, lembrando que é responsável pelo produto Ásia, Oceano Índico, Médio Oriente, Pacífico e Américas.
Sobre um possível charter para as Maldivas, Ricardo Freixinho assegurou que esse “não é um dos objetivos da Solférias” porque um charter para as Maldivas “implicava o lançamento de um voo direto, e o cliente que vai para este destino quer outro tipo de produto, ou seja, gosta de combiná-lo com outros destinos, algo que só se pode fazer em voo regular, seja na ida ou na volta.”
A Solférias, em parceria com os hotéis Adaaran e Heritance, reuniu esta quarta-feira, 14 de janeiro, 36 agentes de viagens, em Lisboa, para apresentar a oferta hoteleira que integra a sua programação nas Maldivas.
Ricardo Freixinho afirmou que este encontro teve como objetivo “promover estas marcas junto dos agentes de viagens para que eles possam consolidar a sua operação no mercado português”.
Segundo o responsável, os hotéis Adaaran e Heritance são parceiros de “sucesso” da Solférias, que “têm vindo a crescer” ano após ano. “Estes eventos servem também para aproximar os agentes de viagens aos nossos parceiros, são iniciativas mais pequenas, mas que, no final, dão frutos. No ano passado, também realizámos esta iniciativa e eles gostaram tanto do modelo que repetiram.”
Nós, acrescentou, “realizamos estes eventos onde o nosso parceiro estiver disposto a fazer. Com este grupo, temos feito em Lisboa, mas já temos planos para fazer também no Norte do país porque, como nós lhe explicámos, o mercado de Lisboa e do Norte são diferentes. Portanto, talvez no próximo ano, devemos também fazer no Porto ou noutras zonas do país”.


