Quinta-feira, Setembro 29, 2022
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Ministro enaltece turismo na apresentação das medidas de apoio às empresas: “É o grande contribuinte do crescimento da economia”

O Conselho de Ministros aprovou um pacote de 1400 milhões de euros de apoio às empresas e à economia social para combater o aumento dos preços da energia e para mitigar dos efeitos da inflação, decorrentes do atual contexto geopolítico, anunciou o Ministro da Economia e do Mar, António Costa Silva, em conferência de imprensa em Lisboa, na passada quinta-feira, dia 15.

O Ministro, que estava acompanhado pelos Secretários de Estado dos Assuntos Fiscais, Mendonça Mendes, da Economia, João Neves, e do Trabalho, Miguel Fontes, começou por sublinhar que «a economia portuguesa, em 2022, tem tido um comportamento notável. O crescimento do nosso País, este ano, vai ser na ordem dos 6,4%, o maior da União Europeia».

António Costa Silva disse que “para isso, há um fator muito importante, que não podemos deixar de valorizar, que é a procura externa líquida e a contribuição significativa que setores como o turismo, a metalo-mecânica e outros setores, estão a ter para a performance da economia portuguesa”.

O grande contribuinte é sem dúvida o setor do turismo, que tem este tipo de performance devido à qualidade e excelência dos operadores, das empresas e das políticas públicas”, disse, acrescentado que “é este ecossistema que temos de reproduzir em todos os outros vetores da economia nacional para fazer face aos desafios que temos à nossa frente”.

Entre as medidas anunciadas pelo governo está uma linha de crédito de 600 milhões de euros para apoiar as empresas, operacionalizada pelo Banco de Fomento.

Vamos lançar “uma linha de crédito no valor de 600 milhões de euros, com garantia mútua e prazo de oito anos. Com carência de capital de 12 meses para as empresas afetadas pelas perturbações”, afirmou o ministro da Economia e do Mar.

Com execução a partir da segunda quinzena de outubro, esta linha tem um prazo de oito anos e destina-se às empresas afetadas pelo preço da energia, das matérias-primas e perturbações nas cadeias de abastecimento.

O governante assinalou que esta linha de crédito “é abrangente”, uma vez que inclui todos os setores, não só as que sofreram com os custos de energia elevados, mas com outros efeitos associados as matérias-primas, cobrindo também o comércio, serviços e turismo.

Além da linha de crédito, também foram alargados os apoios às indústrias de consumo intensivo de gás, apoios à formação, medidas de aceleração da eficiência energética, fiscais, entre outras.

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