Sábado, Março 7, 2026
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O melhor e o pior de 2021 e desejos para 2022

Agora que estamos a chegar ao fim de 2021, quisemos saber que balanço fazem os profissionais de turismo do ano que termina. Saiba o que elegeram como o melhor e o pior de 2021 e os seus desejos para 2022.

O melhor de 2021

“Sem dúvida a coragem e resiliência dos empresários do Turismo, que enfrentando tantas adversidades e continuando a esperar os apoios públicos necessários à capitalização das suas empresas, mesmo assim resistiram, resistem e continuam a acreditar”, Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal

“A recuperação do Turismo e da Economia nacional, teve o contributo decisivo  da vacinação que em Portugal atingiu a taxa mais elevada da Europa (motivo de orgulho nacional), a qual muito contribuiu para a excelente imagem do país em termos sanitários e de segurança, permitindo assim o inicio da recuperação dos mercados emissores de turismo internacional, os quais como é sabido são os mais importantes para o rent-a-car nacional. A todos aqueles que mesmo durante a pandemia nos visitaram continuando a gostar do nosso país, da nossa arte de bem receber e do nosso profissionalismo, o nosso muito obrigado e o desejo de que continuem a preferir Portugal. Embora com uma quebra de cerca de 40% face a 2019, foi o melhor resultado para o rent-a-car desde o COVID 19, levando-nos de novo a acreditar que a recuperação era possível e que estava a voltar. A ARAC orgulha-se de que as atividades por si representadas tenham contribuído para levar a toda uma população tudo o que era necessário para que o país continuasse a funcionar, valendo também a pena lembrar que ao longo da crise a maioria das empresas de rent-a-car e rent-a-cargo viram-se obrigadas a fazer adaptações para responder aos novos desafios. De realçar o excelente trabalho dos nossos profissionais de saúde, que  foi de grande importância para todos nós. O nosso bem-haja aos homens e mulheres que tudo abdicaram para salvar e proteger as nossas vidas” – Joaquim Robalo de Almeida Secretário-Geral da ARAC-Associação dos Industriais de Aluguer de Automóveis sem Condutor

“A vacina e a sua difusão, retoma das viagens” – António Marques Vidal, presidente da Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos

“Em 2021 saliento como mais importante a resistência e inovação de todo o sector. As agências de viagens demonstraram, que apesar de toda esta pandemia, a sua importância junto dos clientes, como um polo de segurança e credibilidade. Claro que esta resistência não seria possível sem os apoios que tivemos, mas também os tivemos porque, como sector, tivemos a capacidade de união e de organização para as revindicar e provar que seriamos merecedoras dos mesmos” – Tiago da Encarnação, diretor Operacional da Lusanova

O pior de 2021

“Por um lado, a pandemia e todas as suas consequências negativas que afetaram o Turismo e por outro lado o atraso dos apoios públicos para capitalização das empresas que ainda tardam em chegar” – Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal

“Os piores momentos de 2021 foram certamente os primeiros cinco meses do ano, devido ao aumento exponencial de vitimas do COVID 19 em que todos nós perdemos parentes ou amigos. Ao nível económico lembramos tristemente a crise que se abateu sobre muitas empresas, algumas delas obrigadas a encerrar na área do Turismo. A diminuição do tráfego aéreo, o olhar para o céu e não ver os aviões a que já nos havíamos habituado, as ruas desertas, a tristeza estampada no rosto das pessoas. No caso do rent-a-car tivemos um setor a funcionar a menos de 40% nos primeiros 6 meses, mas que nunca baixou os braços e de forma resiliente enfrentou a crise que sobre ele se abateu, sendo certo que as empresas estão muito debilitadas e carenciadas dos tão falados apoios da bazuca europeia, os quais tardam em chegar, nomeadamente para a recuperação das empresas e a tão almejada descarbonização e digitalização do setor, para que possamos concorrer com os demais países europeus” – Joaquim Robalo de Almeida Secretário-Geral da ARAC-Associação dos Industriais de Aluguer de Automóveis sem Condutor

“Os confinamentos e fecho de fronteiras, a crise financeira e perda do mercado de trabalho” – António Marques Vidal, presidente da Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos

“O pior de 2021 é sem sombra de dúvidas o prolongamento da pandemia e a constante instabilidade ao longo do ano. A instabilidade dificulta a previsibilidade da nossa atividade e inviabilizou a manutenção de muitas operações ao longo do ano” – Tiago da Encarnação, diretor Operacional da Lusanova

Desejos para 2022

Que se consiga controlar de vez a pandemia, que não tenhamos de enfrentar novas variantes. Com a pandemia controlada, aumenta a segurança e a confiança das pessoas para viajar mais e com isso ganha o Turismo, Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal

“Para 2022 o setor representado pela ARAC tem o desejo de que a recuperação do Turismo seja uma realidade, que possamos voltar a ser o grande país do turismo e dos prémios pelo trabalho merecido, mas que o rent-a-car não seja esquecido na atribuição dos apoios á recuperação das empresas e á eletrificação das frotas. E por último que seja iniciada a construção do novo aeroporto de lisboa, que consideramos essencial para o crescimento turístico” – Joaquim Robalo de Almeida Secretário-Geral da ARAC-Associação dos Industriais de Aluguer de Automóveis sem Condutor

“Que os países, nomeadamente Portugal se adaptem à nova situação de endemia, alterando algumas questões estruturais” – António Marques Vidal, presidente da Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos

“Para 2021 desejamos a normalização da nossa atividade e a manutenção dos apoios à retoma. Sem a manutenção dos apoios a retoma será muito mais difícil e sem a normalização das medidas será também difícil quer programar e quer manter as operações em muitos destinos. Por essa razão, 2022 poderá ainda não ser o ano da definitiva retoma, mas desejo e acredito que será o ano da normalização da nossa atividade” – Tiago da Encarnação, diretor Operacional da Lusanova

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