Quarta-feira, Novembro 30, 2022
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Penha Longa Catering apresenta novo espaço para eventos: a Quinta da Abelheira 1660, em Mafra

O serviço de eventos com assinatura do Penha Longa adicionou ao seu portfólio a Quinta da Abelheira 1660, uma quinta em Mafra, fundada no séc. XVII, que reúne um projeto de agricultura biológica, um projeto de turismo e uma paixão pela pintura portuguesa. Segundo comunicado de imprensa, esta adição é uma forma do Penha Longa valorizar a sua oferta, elevando a proposta a um outro nível.

A Quinta da Abelheira 1660 tem origem no século XVII e situa-se num ambiente rural, numa aldeia ao lado de Mafra. É neste cenário único, simultaneamente campestre e sofisticado, que têm lugar os eventos organizados pelo Penha Longa Catering e que podem ocupar várias áreas dentro da propriedade: a sala de festas (sala principal e de maior dimensão); a antiga adega, uma sala mais pequena e acolhedora, com uma parede forrada com arte de cima a baixo e outra forrada de livros, uma lareira e sofás; a capela, onde podem ser celebrados casamentos e batizados; e o jardim, uma extensão de relva com vista para a natureza.

A quinta recebe eventos mais descontraídos ou mais formais, mais íntimos ou de maior dimensão, sendo a capacidade total de 200 pessoas.

A agricultura é a atividade principal da quinta, que iniciou em 2019 a transformação de agricultura convencional a biológica, assim como a aquisição de terrenos adjacentes a propriedade. Hoje já são 40 hectares, dos quais 6 já ganharam a certificação de biológico e outros em período de conversão. A estrela da produção é a Pera Rocha, que preenche mais de 27 hectares, sendo hoje uma das maiores propriedades produtoras deste fruto DOC.

O turismo não foi esquecido, havendo 8 quartos onde é possível ficar, divididos em 4 suites e 2 apartamentos duplos, envolto não só pela natureza, mas também pela arte, uma vez que cada quarto é dedicado a um pintor português. Nos eventos organizados pelo Penha Longa, os convidados podem ocupar os quartos, mediante marcação.

É num longo corredor que acompanha os quartos que se encontra a maior coleção de desenhos de Emmerico Nunes (1888-1968), que integrou a exposição dedicada ao artista no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkien. Além da coleção de desenhos acima referida, os vários espaços da quinta albergam a coleção de arte do proprietário, composta por obras que vão do séc. XVII a meados do séc. XX onde a pintura e o desenho se evidenciam.

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