Quatro em cada dez imóveis turísticos anunciados online em Maiorca estão a operar de forma ilegal, revela um relatório elaborado pelo Conselho de Maiorca. O estudo analisou quase 400.000 anúncios publicados nos últimos doze meses, entre junho do ano passado e junho de 2025.
De acordo com o relatório, atualmente existem mais de 42.000 imóveis turísticos ilegais em funcionamento na ilha de Maiorca, o que representa cerca de 40% do total de propriedades anunciadas em plataformas como Booking.com e Airbnb.
O Conselho de Maiorca identificou uma média de quase 8.000 imóveis por mês a funcionar fora do controlo das rendas reguladas, totalizando 42.300 propriedades turísticas clandestinas.
Dos 53 concelhos da ilha, os 16 principais concentram mais de 80% destes imóveis ilegais. Palma lidera a lista com 1.012 propriedades a funcionar sem licença, seguida por Pollença (756), Alcúdia (687), Santa Margalida (467), Calvià (413), Capdepera (388), Manacor (374) e Pollença (356).
Por regiões, a Zona Nord é apontada como o principal foco de turismo ilegal, seguida de Mitjorn e Llevant.



