Com várias iniciativas programadas e um crescente número de agências de viagens, a Airmet está no “melhor momento de sempre”. É desta forma que Luís Henriques classifica o atual momento do grupo de agências de viagens que acaba de celebrar 17 anos, assinalados com dois eventos no Porto e em Lisboa.
Em declarações ao TNews, o diretor geral da Airmet faz um balanço do período recente do grupo de gestão, começando por dizer que “estamos cada vez mais ávidos de fazer, trabalhar e mostrar ao mercado que somos capazes de inovar”.
A Airmet nunca teve tantas agências como as que tem hoje: 383 agências. O número está acima do estimado, o que levou o grupo a rever o seu objetivo para este ano. “Acreditamos que vamos atingir as 400 já no final do ano”, avança Luís Henriques.
O sucesso do atual momento da Airmet é explicado por vários fatores: “Estamos muito bem do ponto de vista de contratação, estamos muito competitivos, acho que não haverá nenhum outro grupo de gestão tão competitivo como nós, no limite, igual a nós; em termos de equipa temos uma equipa muito reforçada, capaz, competente, dinâmica, sabemos exatamente para onde queremos ir, temos a nossa estratégia muito bem delineada, continuamos a dar esses passos, arrisco-me a dizer que estamos no melhor momento da Airmet de sempre”.
Apesar de faltar um ano para atingir a maioridade, Luís Henriques afirma que a empresa está “mais jovial e dinâmica” do que nunca. “Sabemos que, obviamente, existem ciclos e, por isso, continuamos a trabalhar o máximo possível para prolongarmos esta fase que estamos a viver. Temos muitas ideias para o futuro e vamos ter muitas novidades”, afirma o diretor-geral sem revelar mais pormenores. O otimismo de Luís Henrique estende-se ao próximo ano: “Perspetivamos que 2024 seja um ano muito bom para a rede e, honestamente, para todo o mercado, mesmo que o mercado tenha tido uma ligeira quebra, acho que continua a estar muito otimista”.
Race It Out: campeonato de karting exclusivo para as agências de viagens
Uma das novidades da Airmet para setembro é o lançamento do evento Race It Out, um campeonato de karting nacional, exclusivo para as agências de viagens, que conta com o patrocínio do grupo W2M, com as marcas W2M – Pro, World2Fly, Newblue e Icárion, parceria de mobilidade da Avis e o TNews como media partner.
Lançado a apenas duas semanas, o evento tem sido bem recebido pelas agências e parceiros. “Sinto que os agentes estão entusiasmados, já temos algumas agências inscritas fora da Airmet, inclusivamente de redes verticalizadas como a B Travel, Viajes El Corte Inglés e Bestravel. Já temos pelo menos a etapa de Matosinhos completa, Fátima e Palmela praticamente esgotados também, Évora tem mais vagas disponíveis”, revela. “Tanto as agências como alguns parceiros têm dado os parabéns pela ideia, e relacionam este evento a alguns eventos que já existiram no mercado, como por exemplo o campeonato de bowling da AVIS e até a regata do Turismo de Macau”, acrescenta.

Esta é uma das iniciativas da estratégia de comunicação e posicionamento da Airmet, que pretende ser vista no mercado como “o grupo de gestão mais dinâmico, mais divertido, mais moderno, mais ativo”. “Iniciámos, desde o início do ano, essa estratégia e parece-me que é claro que o caminho será esse, colocar a Airmet como o grupo de gestão do futuro e preparado para os desafios do futuro. Por outro lado, acreditamos muito que aquilo que é o relacionamento e interação pessoal, principalmente com os nossos associados, pode fazer toda a diferença no futuro”, afirma. O que pode também fazer a diferença é o contacto com outras agências de viagens: “Queremos estar muito presentes, não só na vida dos associados, mas de todos os agentes de viagens, para que estes, mesmo que não façam parte da nossa casa, vejam também como uma possibilidade virem a fazer no futuro”.
Ano de recordes
No balanço do verão, Luís Henriques afirma que foi “o melhor ano de sempre para a Airmet”. “Tenho a certeza que, para muitos dos nossos associados, foi o melhor ano de turismo”, acrescenta. Apesar de haver “um ajustamento” nas vendas, a partir de maio, o diretor geral da Airmet acredita que 2023 “vai bater todos os recordes”.
“Os últimos dois meses de 2022 e os primeiros quatros meses de 2023 foram um total absurdo, crescimentos assustadores, o mercado ajustou-se ali a partir de maio, mas a verdade é que, fazendo uma comparação de vendas que entre maio e julho com os anos de 2018 e 2019, não vejo assim tanta grande diferença, diria que esta quebra é natural. Normalmente, o mercado no outgoing comporta-se assim, este abrandamento está ao nível dos outros anos, e não coloca minimamente em causa o ano extraordinário que vamos ter”, conclui.




