Sábado, Março 7, 2026
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Ryanair reduz em 33% a capacidade em janeiro devido à ómicron e agrava resultados

Como resultado dos novos desenvolvimentos da Covid19, nomeadamente a nova variante ómicron, a Ryanair reviu esta quarta-feira, dia 22, a sua previsão de resultados para o ano fiscal entre 1 de abril de 2021 e 31 de março de 2022.

O conselho de administração espera agora um prejuízo líquido entre 250 e 450 milhões de euros, mais do que o dobro da estimativa anterior, que oscilou entre 100 e 200 milhões.

No entanto, a companhia afirma que estes números “são extremamente sensíveis a qualquer fluxo de notícias positivas ou negativas da Covid”. A Ryanair espera ter mais clareza, especialmente sobre o impacto da ómicron nas restrições de viagens dentro da Europa, a tempo para seus resultados do terceiro trimestre a 31 de janeiro de 2022.

A Ryanair revela que as reservas “enfraqueceram notavelmente”, especialmente as de Natal e de final de ano, em resultado da difusão da ómicron e do aumento das restrições de viagens na Europa. Esta queda repentina também fez com que a Ryanair cortasse sua capacidade planeada para janeiro em 33%, passando de uma estimativa de 10 milhões de passageiros transportados para entre 6 milhões e 7 milhões.

Por agora não foi tomada nenhuma decisão sobre um possível corte de capacidade para os meses de fevereiro e março. A intenção da companhia é rever esta decisão em janeiro, quando tiver mais informações científicas sobre a nova variante, bem como sobre a evolução das restrições de viagens.

A Ryanair reconhece que foi particularmente afetada pelas proibições impostas por França e pela Alemanha aos viajantes provenientes do Reino Unido. Refere ainda o impacto da suspensão de todos os voos entre a União Europeia e Marrocos devido ao encerramento das fronteiras decretado pelo país africano. “O impacto dessas recentes restrições de viagens do governo, em particular a proibição do fim de semana passado de chegadas do Reino Unido a França e Alemanha, e a suspensão de todos os voos da UE de / para Marrocos, reduziu o tráfego esperado da Ryanair para dezembro de entre 10 milhões e 11 milhões de passageiros, para um intervalo inferior de entre 9 milhões e 9,5 milhões”.

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