Quinta-feira, Maio 23, 2024
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TAP recria o voo histórico de Gago Coutinho e Sacadura Cabral de há 100 anos com Marcelo Rebelo de Sousa a bordo

A TAP recriou na passada sexta-feira, dia 1 de julho, o voo histórico de Gago Coutinho e Sacadura Cabral de há 100 anos. Em 1922, foram precisas mais de 60 horas de voo e oito escalas para Gago Coutinho e Sacadura Cabral completarem a primeira Travessia Aérea do Atlântico Sul, ligando Lisboa e o Rio de Janeiro.

100 anos depois, a TAP completou a mesma viagem, mas sem escalas, em cerca de oito horas, e com um avião de última geração, o A330neo, que, em comum com o primeiro, só tem mesmo o nome: Santa Cruz.

O nome do hidroavião, um Fairey III, com que Gago Coutinho e Sacadura Cabral concluíram a Travessia Aérea do Atlântico Sul, foi pintado num dos mais modernos aviões da TAP, juntamente com a Cruz de Cristo, e está a voar com a Companhia durante todo o ano de 2022, em homenagem a esta importante conquista dos céus, em Português.

Neste voo especial, uma parceria com a Comissão Aeronaval para a Comemoração do Centenário da Travessia Aérea, da Força Aérea e da Marinha, participaram Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener e o Chairperson da TAP, Manuel Beja, que, tal como há 100 anos, aterraram no Rio de Janeiro quando o Brasil prepara as comemorações da sua independência. A Travessia Aérea do Atlântico Sul foi sugerida por Sacadura Cabral em 1919 para comemorar o primeiro centenário do Brasil e levou três anos a preparar. Abriu caminho às viagens aéreas com precisão científica graças a uma inovação de um simples sextante adaptado a um horizonte artificial e marcou para sempre a aviação moderna, numa aventura de 4 527 milhas que ligou pela primeira vez, pelo ar, Lisboa e o Rio de Janeiro e, para sempre, Portugal e o Brasil.

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