Quinta-feira, Fevereiro 9, 2023
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“Vislumbramos oportunidades óbvias para 2023”, aponta CEO da Meliá

Além do renascimento das viagens nos mercados internacionais da América e da Europa, que aconteceu em 2022 e se prevê que continue em 2023, o CEO da Meliá Hotels International, Gabriel Escarrer, prevê que o mercado chinês possa recuperar a partir do segundo semestre, revelou o responsável numa mensagem partilhada nas redes sociais.

“Há um ano prevíamos que a última grande ‘onda do vírus, causada pela variante Ómicron, encerraria o triste capítulo histórico da pandemia de covid-19, dando lugar a um novo ressurgimento das viagens, e assim foi, porque depois de um primeiro trimestre fortemente afetado pelas restrições iniciou-se uma evolução que culminou num terceiro trimestre histórico para o turismo de férias, e num ano muito satisfatório que deu origem a esperanças de atingir a plena recuperação até 2024 ou mesmo 2023“, apontou Escarrer.

“O que não podíamos prever então eram as consequências de uma guerra inesperada e anacrônica causada pela invasão da Ucrânia, que desencadearia consequências como a crise energética e do comércio internacional, além de uma inflação generalizada como não víamos há décadas”.

“Contudo, apesar de todas as restrições geopolíticas e macroeconómicas, a indústria do turismo continuou a progredir, como se a procura de viagens, que tinha disparado após o levantamento das restrições pandémicas, se tivesse tornado imune ao ambiente complexo, e no final do ano os números do turismo (alcançados em apenas 10 meses, pós-Ómicron) estarão muito próximos dos alcançados no último ano pré-pandémico, 2019“, acrescentou.

Reativação do mercado chinês

“Por tudo isso, apesar da pouca visibilidade do fim da guerra e das previsões de menor crescimento do PIB em nossos mercados emissores, na Meliá Hotels International encaramos o início de 2023 com prudente otimismo, porque juntamente com os desafios óbvios que a nossa indústria enfrenta, prevemos também oportunidades, tais como a reativação de viagens internacionais na América e Europa, que já é uma realidade, e a previsão de que até à segunda metade de 2023 o mercado externo chinês poderá também ser reativado, à medida que a população se imuniza e recupera da doença, na sequência do levantamento das restrições da covid-19″.

Sustentabilidade

Para concluir a sua mensagem, Gabriel Escarrer frisou que “gostaria de salientar que a grande consciência da população mundial após a pandemia em termos de sustentabilidade, tanto social como ambiental, representa uma oportunidade incrível para mostrar tudo o que o setor turístico tem para oferecer em termos de emprego de qualidade, diversidade e inclusão, bem como no domínio da eficiência energética, preservação da biodiversidade e integração nas sociedades e economias locais dos destinos”.

“Por esta razão”, salientou, “estamos a aproximar-nos de 2023 com cautela e conscientes das ameaças que podem abrandar a excelente tendência atual no setor do turismo, mas também confiantes nas oportunidades existentes e com grande ambição e confiança em aproveitá-las, continuando a contribuir positivamente para a recuperação global”, concluiu o CEO.

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