A Aldeias Históricas de Portugal – Associação de Desenvolvimento Turístico (AHP-ADT) e a Airbnb uniram esforços para incentivar viagens às 12 Aldeias Históricas de Portugal, conhecidas pelo seu rico património histórico e cultural. A plataforma de aluguer de curta duração lançou uma página dedicada à promoção da Rede das Aldeias Históricas de Portugal, disponibilizando informações sobre alojamentos locais e outras informações úteis.
Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso – estas 12 Aldeias Históricas de Portugal agora desfrutam de destaque no site da Airbnb, permitindo aos viajantes consultar os alojamentos disponíveis e aceder a informações úteis sobre atividades locais, locais de interesse, empresas locais e conhecer os anfitriões de excelência na região.
O lançamento desta página dedicada às Aldeias Históricas de Portugal no site da Airbnb resulta de uma parceria recente entre ambas as entidades, anunciada em julho deste ano. Segundo comunicado, o objetivo desta colaboração é promover o turismo cultural e o património nas regiões do interior do país, contribuindo para um equilíbrio na distribuição dos fluxos turísticos e para a diversificação da oferta de serviços em destinos sustentáveis. Além disso, a parceria pretende apoiar a economia local e o comércio justo, estimulando o crescimento socioeconómico nas áreas rurais.
Recentemente, a Airbnb divulgou dados que revelam que cerca de 70% das casas históricas anunciadas na plataforma na Europa estão localizadas em zonas rurais ou urbanas de baixa densidade populacional. Seguem-se as zonas urbanas de baixa densidade, com quase 30%, enquanto as zonas urbanas densamente povoadas representam apenas cerca de 3% das casas históricas na Airbnb na Europa. Em Portugal, mais de 70% dos anúncios na categoria de casas históricas estão situados em comunidades rurais.
Receitas do turismo cultural e do património ajudam a financiar a requalificação e reabilitação do edificado
“O turismo cultural e do património não só desempenha um papel vital na dispersão do turismo para fora dos centros das cidades e na difusão dos benefícios do turismo pelas zonas mais rurais, como também pode ajudar na reabilitação urbanística e na refuncionalização do edificado, estendendo a vida útil dos imóveis e promovendo novas dinâmicas como resposta a uma procura mais consciencializada com a importância da sustentabilidade”, sustenta a Airbnb em comunicado.
Segundo a plataforma, na Europa, os anfitriões da Airbnb oferecem agora mais de 52.000 estadias em património histórico, tendo coletivamente obtido mais de 320 milhões de euros desde o lançamento desta categoria. Os anfitriões típicos de casas históricas na Airbnb na região EMEA têm auferido cerca de 5.700 euros desde a implementação.
Esta categoria foi implementada em toda a Europa, incluindo França, Reino Unido, Itália, Espanha, Alemanha, Irlanda, Grécia, Portugal, Bélgica, Países Baixos, República Checa e Dinamarca, e já registou mais de 2,5 milhões de noites reservadas.




