Domingo, Agosto 14, 2022
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Conselho Nacional das Confederações Patronais apoia a solicitação de audiência urgente da AHRESP a António Costa

O Conselho Nacional das Confederações Patronais apoia a solicitação de audiência urgente da AHRESP ao primeiro-ministro, António Costa. “Em causa está a falta de resposta do Governo ao Plano proposto pela AHRESP para garantir a sobrevivência do setor e a falta de clareza de informação junto da população e dos empresários da restauração, similares e do alojamento turístico”, apontou, esta segunda-feira, dia 26 de julho, em comunicado, a associação.

O plano é a resposta para compensar os efeitos da crise pandémica no Canal HORECA e contém 10 medidas de aplicação urgente nos domínios do Consumo, Liquidez, Financiamentos, Fiscalidade, Emprego e Qualificação. “É a derradeira tentativa para salvar os setores mais fustigados pela crise pandémica”, referiu a AHRESP.

No documento divulgado, a AHRESP frisou a importância da implementação destas medidas “para que as empresas consigam sobreviver até se iniciar a retoma da atividade económica. Só com medidas robustas, ágeis e céleres, é que será possível alcançar o equilíbrio entre economia e saúde, que nunca foi totalmente conseguido desde o início da crise pandémica.”

A associação relembrou ainda que “as empresas ligadas aos vários setores do turismo, desde o alojamento turístico à restauração e similares, têm sido especialmente impactados pela crise pandémica. São disso exemplos os mais recentes dados revelados no relatório de “Combate à fraude e evasão fiscais e aduaneiras 2020″, que refere que os setores do Alojamento e da Restauração (Canal HORECA) registaram uma quebra de 41% em 2020 face a 2019, o que significa que se perderam mais de 6,5 mil milhões de euros.”

As Confederações, onde se inclui a Confederação do Turismo de Portugal, e a associação têm identificado grandes dificuldades na implementação das medidas restritivas que têm gerado inúmeros conflitos entre operadores e consumidores, designadamente no acesso aos estabelecimentos. A AHRESP tem apelado à identificação de um quadro normativo aplicável em cada Estado de Emergência e nível de risco mas também à clarificação das medidas que exige uma campanha de comunicação junto da opinião pública.

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