Quinta-feira, Dezembro 11, 2025
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Dos reinos perdidos às plantações de chá: Fomos à descoberta do Sri Lanka

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Quando aterrámos no Aeroporto Internacional de Colombo, no Sri Lanka, já levávamos dez dias de viagem, este era o terceiro destino da fam trip da DIT Portugal, com o apoio da Turkish Airlines, depois de Istambul e Maldivas. Se é verdade que já acusávamos algum cansaço, o entusiasmo para conhecer pela primeira vez o Sri Lanka nunca esmoreceu. Era como se estivéssemos de novo no primeiro dia da viagem e com a mesma vontade de nos fazermos à estrada. À nossa espera tínhamos a equipa do receptivo Unique Paradise Travels, representada pela dupla Manil (guia) e Vinesh. A partir dali nada nos faltaria.

Percorremos centenas de quilómetros para conhecer o centro, o sul e a costa sudoeste desta pequena ilha no sul da Ásia com quase 22 milhões de habitantes, a maioria budista. Pudemos comprovar que o Sri Lanka oferece uma variedade grande de experiências pouco comuns num espaço tão curto: da natureza à cultura, dos templos e palácios às plantações de chá, passando por um retiro ayurveda. Há muito para ver e para sentir neste pequeno paraíso no Oceano Índico.

A primeira noite foi passada em Negombo, na costa oeste da ilha e a pouca distância do aeroporto internacional (não chega a 20 minutos). Negombo é o coração da indústria de pesca e a localidade mais próxima do aeroporto, muitos turistas ficam aqui, há restaurantes e hotéis.

Negombo

As primeiras impressões do Sri Lanka são dadas por Manil ainda a caminho do hotel. Apesar dos portugueses e holandeses terem ocupado este território nos séculos XVI e XVII, foram os ingleses que ocuparam o Sri Lanka até ao século XX (1948), e a sua influência ainda é bastante evidente, por exemplo, na condução, que se faz pela esquerda.

Da presença dos portugueses também ainda existe alguma influência, aponta o guia. Nomeadamente apelidos portugueses como Costa, Silva ou Pereira, mas também palavras como sapato, mesa, camisa ou sal. No total, há mais de 400 palavras portuguesas introduzidas no Sri Lanka. E a influência não se fica por aqui, também se estende à religião católica, à arquitetura e ao vestuário. A maioria dos habitantes do Sri Lanka fala cingalês e uma parte fala tâmil. A maior parte dos cingaleses é budista (70%). O budismo foi introduzido no país no século III a.C. A restante população é hindu (12,6%), católica (7,4%) e islâmica (9,7%).

Templo budista

Há 30 anos, os setores de economia mais importantes do país eram o chá, o coco e a borracha. No entanto, agora a economia é dominada pelos 3 T’s, como lhe chama Manil: Turismo, Têxtil e Chá (“Tea” em inglês). Ainda há tempo para mais algumas curiosidades antes de chegar ao hotel. O críquete é o desporto mais popular no país, mas o desporto nacional é o voleibol.

Chegados ao primeiro hotel, o Pegasus River Hotel, fomos recebidos com um ritual que se repetiu mais vezes ao longo da viagem (sempre que chegávamos a um hotel). Acendemos uma lamparina de azeite de coco com um galo esculpido numa das extremidades. As velas são colocadas em sete pontos (significam os sete dias da semana) e noutros nove pontos (simbolizando os nove planetas do sistema solar). O animal significa prosperidade. Quem chega, acende uma vela. É um bom presságio para que tudo corra bem.

No dia seguinte, partimos de Negombo em direção ao Templo de Dambulla para a primeira visita cultural da viagem. O Templo de Dambulla fica no centro do país e é Património Mundial da UNESCO. É um complexo religioso com cinco grutas repletas de antigos murais budistas e mais de 150 estátuas. O templo remonta ao primeiro século a.C. e é um popular local de peregrinação dos budistas.

Para visitar um templo, há que cobrir os ombros e as pernas e levar meias (porque é preciso estar descalço para percorrer o templo e as meias protegem do solo quente). Também há a possibilidade de se cobrir com panos do templo, mediante o pagamento de 200 rúpias.

Reza a lenda que no século 1 a.C., o Rei Valagambahu refugiou-se em Dambulla, onde viveu durante 14 anos entre os monges budistas. Como agradecimento, quando voltou ao poder decidiu converter o mosteiro em templo.

Mais tarde, sucessivos reis decoraram as grutas durante as suas dinastias. Resultado? Encontramos pinturas desde o século 12 ao século 20, e esculturas desde o século 5 ao século 20.

A segunda caverna, também conhecida como Templo do Grande Rei (Maharaja Viharaya), é a mais impressionante de todas. Sendo a maior de todas, com 50 metros de comprimento, 23m de largura e altura que chega a sete metros, possui muitas esculturas, além de vários frescos que a decoram.

Passámos a manhã neste complexo e a parte da tarde estava reservada para a visita a uma aldeia para conhecer as tradições rurais do país. O transporte para chegar à aldeia fez-se num carro puxado por vacas, o que, hoje em dia, pode ser questionável para muitos turistas (nem todos irão gostar da experiência). Após um pequeno percurso a pé e uma travessia de canoa, chegámos à aldeia, onde na cozinha já se preparava um pão que mais tarde nos seria oferecido. Entrámos e sentámo-nos para assistir à explicação de como se fazem algumas atividades rurais, como a preparação das folhas do coqueiro para a proteção do telhado ou a separação da casca do arroz. Há também uma cabana improvisada na copa de uma árvore que serve para avistar os elefantes que se aproximam dos campos agrícolas.

Não nos demorámos muito na aldeia e seguimos para um passeio de canoa no lago Hiriwadunna. Enquanto remávamos até um conjunto de nenufares, o sol começou a pôr-se no lago, brindando-nos com um cenário ideal para captarmos em fotos. Ao mesmo tempo, os guias da canoa improvisavam colares e chapéus com flores de lotus. Desfrutámos apenas da simplicidade do momento.

Sigiriya (A Rocha do Leão)

Dambulla fica muito próxima a Sigiriya, local que visitámos no dia seguinte, bem cedo. Sigiriya ou Lion’s Rock (Rocha do Leão) é uma antiga fortaleza rochosa localizada no centro do Sri Lanka. Construída no século V a.C., possui pinturas na rocha, jardins e um palácio no cume. É Património Mundial da UNESCO e um dos destinos turísticos mais populares do Sri Lanka, para chegar ao cume é preciso subir 1213 degraus. Vale a pena, pois a vista é de cortar a respiração. Fizemos a visita de manhã para evitar as altas temperaturas e as multidões.

Sigiriya ou Lion’s Rock

Depois da visita a Sigiriya, iniciámos uma viagem até ao sul do país com várias paragens. A primeira seria em Kandy, a maior cidade do centro do Sri Lanka e casa do Templo da Relíquia do Dente Sagrado, local de peregrinação dos budistas. No caminho até Kandy, parámos no Jardim de Ervas e Especiarias de Matale. O local possui uma variedade de ervas e especiarias, incluindo canela, cravo e cardamomo. Os visitantes podem aprender mais sobre a medicina tradicional ayurveda, formas de processamento das especiarias e quais as suas finalidades medicinais. No fim da visita ao jardim, recebem uma massagem de 10 minutos e podem adquirir, na loja, os produtos dos quais ouviram falar durante a visita. Para quem se interessa por medicinas alternativas, plantas e mesmo pelo uso de especiarias este é um lugar a visitar, caso contrário, pode ser algo monótono (embora as massagens sejam uma mais-valia).

Jardim de Ervas e Especiarias de Matale

Chegados a Kandy, visitámos o templo budista da Relíquia do Dente Sagrado. Acredita-se que abriga uma relíquia do dente de Buda e é Património Mundial da UNESCO. Fomos recebidos por Diyawadana Nilmar, o responsável laico pela relíquia do dente sagrado de Buda e foi uma oportunidade para conhecer melhor a filosofia budista.

O complexo religioso tem semelhanças com uma fortaleza. Dispõe de um fosso defensivo e duas paredes ou muralhas, a primeira em formato de nuvens e a segunda em formato de ondas “do rio sagrado do paraíso”, que guardam um edifício em formato octagonal, com terraço, onde antigamente os reis vinham para serem avistados – agora é uma biblioteca para guardar manuscritos.

O templo atrai milhares de visitantes e peregrinos anualmente, especialmente durante o festival Esala Perahera, que se realiza entre julho e agosto. A celebração conta com mais de 1500 bailarinos e mais de 100 elefantes ornamentados.

Diariamente, realizam-se oferendas no templo, duas pela manhã (comida) e uma à tarde (bebidas), que são acompanhadas pelo som de tambores.

Diyawadana Nilmar é a figura laica responsável pela Relíquia do Dente Sagrado de Buda. Antes era o rei e dois monges budistas. A primeira lição sobre o budismo é que não é uma religião, mas sim uma filosofia. “Não tem regras, tem princípios”, os três princípios principais são estes: “Nada é meu, nada é eterno, tudo muda e desaparece, e, se não entendermos isso, a vida é de sofrimento”. Vale a pena a visita a Kandy, pela assinalável importância que tem no mundo budista.

Diyawadana Nilmar é a figura laica responsável pela Relíquia do Dente Sagrado de Buda

No dia seguinte, continuámos a nossa viagem em direção a Nuwara Eliya, para conhecer as famosas plantações de chá. Antes, ainda em Kandy, fizemos uma paragem no Museu de Pedras Preciosas da empresa Tiesh. O espaço é composto por museu e oficinas de joalharia, no piso térreo, e o showroom (um dos maiores do país) no piso superior. Enquanto o museu exibe várias pedras preciosas que podem ser encontradas no país (desde as safiras aos topázios, esmeraldas ou rubis), na visita à oficina é possível observar o trabalho minucioso dos artesãos. Subindo ao primeiro andar, encontramos o showroom, onde podem ser compradas pedras preciosas apenas ou em joalharia. Há preços para todas as carteiras, desde 50 dólares a 10 milhões de dólares – valor da pedra preciosa mais cara do showroom. Trata-se de uma Safira Azul. A ‘Tiesh Blue Empress’, como foi batizada, pesa 332 quilates e é uma safira Ceylon Blue Star. O fundador da Tiesh tem apelido português, Fonseca. O nome Tiesh é uma junção dos nomes dos filhos Thiyasha e Ayesh. Fundada em 1997, a Tiesh tem as  suas próprias minas no Sri Lanka (10), localizadas em Rathnapura, a região com mais minas do país, a 100 quilómetros a sul de Kandy. As pedras preciosas são extraídas das minas em condições manuais difíceis (como é possível observar no filme exibido no museu). A explicação é que o processo manual é menos agressivo para a natureza.

Atualmente é o mercado chinês que mais compra na Tiesh, depois os mercados europeus, espanhóis, franceses, alemães, italianos e os ingleses. As pedras mais vendidas são as safiras, todos os tipos de safiras.

Plantações de chá

Deixamos as pedras preciosas para rumar, finalmente, a Nuwara Eliya e conhecer a região onde se produz o chá do Sri Lanka. O Sri Lanka é um dos maiores produtores e exportadores de chá do mundo, a seguir à China, Índia e Quénia. O país é conhecido pelo seu chá de alta qualidade, que é cultivado no planalto central da ilha. As regiões de chá populares no Sri Lanka incluem Nuwara-Eliya, Kandy e Ella, com muitas fábricas e plantações de chá abertas aos visitantes para passeios e degustações. No nosso caso, visitámos a plantação e a fábrica Damro.

Visita à Fábrica de Plantação de Chá Dmaro

O chá foi introduzido pelos ingleses no Sri Lanka no século XIX. Uma curiosidade: a plantação de café antecedeu às plantações de chá, mas uma doença na produção do café levou a que os ingleses se virassem para o chá. Os escoceses James Taylor e Thomas Lipton foram os grandes impulsionadores da produção e comércio de chá no antigo Ceilão.

O chá está entre o restrito grupo de produtos do Sri Lanka considerados “os melhores do mundo”, a par da canela e da safira. As condições do solo, as temperaturas e a colheita manual são fatores apontados para a qualidade do chá no país.

As fábricas produzem chá preto, verde e branco, no total são produzidas 440 mil toneladas de chá por ano, a maioria é exportada (80%). A indústria do chá é também geradora de emprego no país, responsável por 400 mil trabalhos diretos e indiretos. São as mulheres que recolhem as folhas, por se tratar de uma tarefa delicada, mas nem por isso fácil. Pelo contrário, o mínimo a colher por dia são 20 quilos.

Mulher a colher as folhas de chá

Chegámos a Nuwara Eliya já ao final do dia. É uma cidade pitoresca, nas terras altas do Sri Lanka. Os ingleses vinham muito para Nuwara Eliya por causa do clima, mais fresco. É um destino turístico popular não só pelas plantações de chá, mas porque oferece atividades como caminhadas, golfe e visitas a locais históricos como o Lago Gregory e o Jardim Botânico Hakgala. De Kandy a Nuwara Eliya são três horas de viagens pelo centro do país, atravessando montanhas e plantações de chá.

Nesta altura da viagem, estávamos prestes a conhecer um dos cartões postais do Sri Lanka: a Nine Arch Bridge. Foi no dia seguinte. Viajámos de Nuwara Eliya em direção a Ella, uma pequena localidade procurada por turistas de mochila às costas, amantes de trekking e natureza.  

Construída durante o período colonial britânico, a ponte é conhecida pela sua arquitetura deslumbrante e paisagem envolvente. Tornou-se um local popular para fotografia e turismo. Para lá chegar, há um pequeno trilho que se inicia em Ella. O percurso é fácil e, no final, é recompensado com um cenário digno de filme. Quando chegámos à ponte ficámos (literalmente) a ver o comboio passar. Não fizemos o percurso de comboio, porque é preciso ter em conta que há atrasos, e o nosso programa era apertado. O percurso mais popular é entre Nanuoya – Haputale – Ella, são cerca de três horas para percorrer 60 quilómetros.

Nine Arch Bridge

Deixámos Ella para trás rumo à costa sudeste do Sri Lanka. O nosso destino é Tissamaharama, de onde partiremos para fazer um safari no dia seguinte pela manhã. São 90 quilómetros entre Ella e Tissamaharama e aproximadamente 2h15 de caminho. No Sri Lanka só existem quatro auto estradas, e o trânsito nas estradas nacionais pode ser caótico (mas não tanto quanto possa parecer à primeira vista), com uma ou outra condução em contramão, camiões e muitos tuk tuks, mas os nossos condutores são experientes e oferecem confiança.

Tissamaharama foi o ponto de partida para explorar o Yala National Park, que fica a cerca de meia hora. Acordámos cedo para fazer um safari ao amanhecer. O parque abriga uma grande variedade de animais, incluindo leopardos, elefantes, crocodilos e várias espécies de pássaros. É um destino popular para passeios de safari e para amantes da vida selvagem. Por não se tratar de um zoo, é impossível prever se vamos avistar todas as espécies animais (só avistámos elefantes, macacos e javalis). O melhor é não ter expectativas altas e deixarmo-nos surpreender.

Yala National Park

Fortaleza de Galle

Fizemo-nos à estrada novamente pela costa sul em direção a Galle, uma cidade histórica fundada pelos portugueses no século XVI e posteriormente ampliada pelos holandeses. Rodeada por uma fortaleza, a cidade piscatória apresenta uma arquitetura colonial, museus, várias lojas e restaurantes. A cidade está classificada como Património Mundial da UNESCO e merece uma visita, dada a ligação a Portugal. Os portugueses chegaram a Galle em busca de madeira, especiarias, pedras preciosas e elefantes e pavões. Reza a história que os navegadores portugueses ouviram o som de um galo, deram o nome de Galle ao local. Em 1648, os holandeses tomaram Galle, como vingança por não terem conseguido invadir Portugal.

Galle

A partir de Galle, iniciámos a reta final da nossa viagem rumo a Colombo. A caminho visitámos o centro de tratamento e conservação de tartarugas Galbokka, em Kosgoda. O projeto visa aumentar a população de tartarugas, através da recolha e incubação de ovos destes animais, devolvendo depois as crias ao mar. Com isso pretendem proteger a espécie de várias ameaças, nomeadamente da ação humana. É possível visitar a praia artificial, criada para incubar os ovos das tartarugas (9 mil quando visitámos). Cada incubação está identificada com uma placa que contém o número, espécie, ovos e data de descarga dos ovos. Através de mensagens, o centro pretende consciencializar quem por aqui vem, mas talvez não seja consensual, entre quem visita o centro, a possibilidade de pegar nas tartarugas que estão nos tanques em tratamento. É preciso lembrar que as tartarugas que aqui estão têm enfermidades, foram resgatadas e estão a ser tratadas. Depois serão devolvidas ao mar, garante o centro de conservação.

Antes de chegarmos a Colombo e terminarmos a nossa viagem, visitámos um hotel com um centro ayurveda, o Heritance Ayurveda. Os tratamentos alternam com momentos de meditação, e tudo foi pensado para alinhar a saúde mental com a saúde física. A procura por tratamentos ayurveda é grande e há muitos turistas a vir para o país só para uma estadia de saúde e bem-estar. Para quem quer ter a experiência, são recomendados pelo menos sete dias.

O grupo no aeroporto com a equipa da Unique Paradise Travels
Informações úteis
Para entrar no Sri Lanka, é preciso um visto electrónico que pode ser obtido aqui.

Como ir?
No verão IATA, Turkish Airlines conecta Portugal a Istambul, o seu hub principal, com 24 voos semanais, 10 do Porto e 14 de Lisboa. Por sua vez, a companhia opera um voo triangular entre Istambul-Malé (capital das Maldivas) e Colombo (capital do Sri Lanka), cinco vezes por semana (segundas, terças, quintas, sábados e domingos). a ligação Istambul a Malé/Colombo às 02h com chegada a MLE as 12h00, paragem técnica de 1 h, e depois chegada a Colombo às 15h10.No regresso, temos a partida de CMB às 20h30 com chegada a MLE às 21h40, saída as 22h50 e chegada a Istambul às 05h00.
A bagagem tem um limite de 30 kg por passageiro. De referir também que todas as tarifas incluem refeições a bordo e todos os assentos têm sistema de entretenimento individual e entradas USB para dispositivos móveis. No aeroporto de Istambul, existem dois lounges da companhia, exclusivos para os passageiros que voam em classe Business, para passageiros com cartões Corporate Clube, Miles&Smiles Elite e Elite Plus da Turkish Airlines, e bem como da Star Aliiance Gold. Não é possível pagar para aceder aos lounges. 

Os 5 indispensáveis do Sri Lanka
1.Experimentar coco real, arroz com curry e arrack (bebida alcoólica destilada, feita a partir da seiva fermentada de flores de coco)
2.Mergulho e observação de golfinhos e baleias
3.Safari para ver elefantes e leopardos
4.Visita à fortaleza de Galle para descobrir a herança colonial portuguesa
5.Subida a Rocha do Leão (Sigirya)

Como e quando ver elefantes?
O grande Encontro de Elefantes no Parque Nacional Minneriya é a atração de vida selvagem mais procurada no Sri Lanka e o maior espetáculo de vida selvagem da Ásia.
Todos os anos, a partir de abril, manadas de elefantes começam reunir-se em Minnerya, na província central do Sri Lanka. Semana após semana, os números crescem até que várias centenas de elefantes selvagens possam ser vistos nos meses de julho a setembro, criando uma maravilha natural única.

Curiosidades
O arroz é a base da alimentação no Sri Lanka e o coqueiro sinónimo de árvore da vida porque cada parte é usada para alguma finalidade, desde fins medicinais, alimentação e cosmética. O Sri Lanka é conhecido em todo o mundo por ser a terra das especiarias. É o "berço" da canela e continua a ser o melhor produtor desta especiaria. 

Alojamento
Negombo
Pegasus Reef Hotel
Heritance Negombo
Dambulla
Heritance Kandalama
Sigyria
Sigyria Village Hotel
Kandy 
Mahaweli Reach
Nuware Eliya
Jetwing St Andrews
Grand Hotel
Ella 
98 Acres resort & Spa
Tissamaharama 
Ekho Safari
Kosgoda e Beruwala
Sheraton Kosgoda Turtle Beach Resort
Occidental Eden Beruwala
Heritance Ayurveda
Colombo
The Kingsbury

* Viajou a convite da DIT Portugal, da Turkish Ailines e da Unique Paradise Travels

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