Segunda-feira, Julho 22, 2024
Segunda-feira, Julho 22, 2024

SIGA-NOS:

Fomos conhecer o novo hotel de Lisboa: O Lumen Hotel & Lisbon Light Show

-PUB-spot_img

O novo hotel de quatro estrelas em Lisboa, o Lumen Hotel & The Lisbon Light Show, abre até ao final do mês de julho, em soft opening. A unidade vai ser explorada pela FHG Representatives, Lda, que detém as marcas Fátima Hotels Group e a recém criada United Hotels of Portugal.

Com o projeto de arquitetura de Frederico Valsassina e a decoração de interiores a cargo de Nuno Gusmão e Bárbara Neto, a famosa Luz de Lisboa serviu de inspiração ao Lumen e está patente na decoração e no ambiente do hotel. O Lumen é também a primeira unidade em Portugal a oferecer uma experiência imersiva de luz, através de um show diário e gratuito de vídeo mapping que apresenta Lisboa aos hóspedes, no jardim interior do hotel, e que pode ser observado a partir de alguns quartos.

Localizado na Rua Sousa Martins, junto à estação de metro de Picoas, o novo 4 estrelas superior dispõe de 160 quartos, um piso executivo com lounge executivo, o restaurante Healthy Gathering Clorofila, um jardim/páteo (denominado Páteo Fotossíntese) salas de reunião, ginásio e um terraçõ no último piso com bar e piscina (Ora D’oro Rooftop Bar & Pool). O TNews visitou o hotel e falou com Alexandre Marto, CEO do Fátima Hotels Group.

O grupo está a encarar esta abertura – que acontece numa fase ainda de baixa ocupação devido às restrições da pandemia – , como uma oportunidade para consolidar as equipas, solidificar a operação e abrir as portas ao trade. No entanto, Alexandre Marto espera que, em setembro, o cenário possa começar a inverter-se: “Sou um otimista e acredito que, à medida que o tempo passe e que a vacinação avance, as pessoas vão encarar esta pandemia com algo que vai ser normalizado. Acredito que, a partir de setembro, possamos viver uma normalidade já muito próxima ao que era antes da pandemia”. O problema está, refere, na recuperação do mercado que “vai levar mais tempo”. “Tenho esperança que em 2022 tenhamos cerca de 80% do mercado que tínhamos em 2019”, afirma.

O Restaurante Clorofila, com porta para a rua, apresenta um conceito de partilha com grande parte da carta a sugerir opções saudáveis da cozinha do chef Celso Dias.

Os 160 quartos estão decorados segundo três conceitos: Amanhecer (GOLDEN DAWN), Entardecer (COPPER NIGHTFALL) e Anoitecer (PURE LIGHT), a que correspondem às respetivas cores de cada ambiente: amarelo, laranja ou tons mais neutros. Os clientes e as agências de viagens vão poder reservar qual o mood, bem como a vista (para o show de vídeo mapping) pretendidos para a estadia, seja através de reservas diretas no site do hotel, no primeiro caso, ou no site unitedhotels, no caso das agências e mediante uma password fornecida pelo grupo. Todos os quartos são equipados com a mais recente tecnologia (como tablets e tomadas USB) e com camas extra largas, para proporcionar aos hóspedes o maior conforto.

“Desenhado” para o mercado norte-americano

Pela sua localização, no centro de Lisboa, e dimensão (160 quartos), a unidade vai trabalhar vários segmentos de mercado, como explica Alexandre Marto. “A localização é perfeita tanto para o corporate, como para o lazer, por isso vamos apostar nestes dois segmentos e temos produto para os dois”. Apesar das salas não terem uma grande dimensão para que o MICE seja também o core do hotel, Alexandre Marto destaca uma das mais valias da unidade: “A adaptação do vídeo mapping para conteúdos corporativos vai permitir fazer  eventos até 200 pessoas”.

Quanto ao mercado de lazer, “que era o que estava a ter maior crescimento em Portugal, em especial em Lisboa”, recorda o responsável, é também uma forte aposta do hotel, prevendo-se “uma recuperação em 2022/2023”.

O hotel foi desenhado para o mercado americano, com a introdução de alguns detalhes. “Temos camas king size, bem como as máquinas de gelo em cada um dos pisos, que é muito comum nos hotéis norte-americanos”, refere.

Quarto duplo Anoitecer

Alexandre Marto espera que a TAP retome, paulatinamente, os voos para o mercado norte-americano e sublinha que este é o mercado que irá recuperar primeiro. “Acreditamos que o mercado norte americano será dos primeiros mercados a recuperar por duas razões: é o primeiro a estar vacinado; em segundo lugar porque a atitude norte-americana em relação ao vírus é muito mais temerária do que na Europa e no resto do mundo. As pessoas consideram que o vírus deixou de ser uma anormalidade e as restrições nos EUA são muito menores do que as que vigoram na Europa. Acredito que isso se deve, não apenas ao nível da vacinação, mas também à atitude da população. Acreditamos que eles sejam os primeiros a iniciar as viagens”.

O Brasil, também ele um mercado de aposta do hotel, está por agora “limitado”, “enquanto “a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) ou a Organização Mundial de Saúde não reconhecer a coronaVac, que é a vacina que está a ser distribuída com maior incidência no Brasil”, conclui.

 

-PUB-spot_img

DEIXE A SUA OPINIÃO

Por favor insira o seu comentário!
Por favor, insira o seu nome aqui

-PUB-spot_img
-PUB-spot_img