O Grupo TUI registou um prejuízo atribuível de 391,5 milhões de euros no primeiro semestre do seu exercício, menos 6,1% do que no ano anterior, devido à melhoria dos resultados dos hotéis e cruzeiros.
De acordo com os resultados divulgados pela TUI, o volume de negócios do operador turístico aumentou 7,8% para 8.576,6 milhões de euros nos primeiros seis meses do seu atual ano financeiro, que começou em outubro.
Sebastian Ebel, CEO da TUI, destacou que “o ambiente foi desafiante”, acreditando que a segunda metade do exercício será exigente para a economia na Europa.
O facto de as férias da Páscoa deste ano terem sido em abril levou a um decréscimo de viajantes entre janeiro e março, para 2,6 milhões de pessoas, contra 2,8 milhões no ano anterior.
Muitos clientes também adiaram as reservas para o verão, em comparação com outros anos, devido à Páscoa mais tardia. Assim, as reservas de verão diminuíram 1%, mas os preços subiram 4%.
Após a apresentação destes resultados e previsões, as ações da TUI caíram quase 11%, para 6,79 euros, no índice MDAX da Bolsa de Valores de Frankfurt, de acordo com a agência Lusa.
Para 2025, a TUI espera um aumento do volume de negócios entre 5 a 10%, face aos 23.200 milhões de euros de 2024, e uma subida do lucro operacional antes de extraordinários de 7% a 10% relativamente aos 1.300 milhões de euros registados no exercício anterior.




