Domingo, Janeiro 29, 2023
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Hyatt Regency Lisboa é inaugurado e afirma-se como hotel de referência em Lisboa

A United Investments Portugal (UIP) inaugurou esta terça-feira, dia 29, oficialmente o Hyatt Regency Lisboa, o primeiro hotel do grupo em Lisboa. A cerimónia contou a presença de Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Talal Al-Bahar, Presidente da UIP, Armando Martins, presidente da Fibeira, Carlos Leal, diretor geral da UIP, e Nuno Galvão Pinto, regional vice-president development Europe Hyatt.

Localizado em Belém, este novo hotel marca a chegada a Portugal da cadeia Hyatt, pelas mãos da UIP e Fibeira, sob a gestão da UIP Hospitality Management. Com um investimento de 70 M€, este novo projeto pretende trazer uma nova dinâmica à zona ribeirinha da cidade.

Carlos Leal referiu-se a este momento como a concretização do desejo da UIP em marcar presença em Lisboa. O projeto foi possível “graças à parceria da Fibeira, e ao seu administrador Armando Martins, que foi quem idealizou o projeto há 20 anos”, disse o responsável.

Sob a gestão da UIP Hospitality, o Hyatt Regency Lisboa junta-se a outras propriedades que o grupo detém em Portugal, como o Pine Cliffs, o Sheraton Cascais e Yotel Porto. Esta abertura significa também a expansão da marca Serenity Spa. No final, Carlos Leal disse ter a certeza “do sucesso do hotel” e da sua afirmação como uma referência na oferta hoteleira de Lisboa.

Por sua vez, o presidente da UIP, Talal Al-Bahar, recordou que o primeiro investimento do grupo ocorreu em 1984. “Estamos orgulhosos da presença em Portugal e do nosso contínuo investimento. Não seria possível sem a parceria e o convite da Fibeira. É a primeira parceria em Portugal e é uma grande parceria. Estamos contentes por desenvolver um projeto único em Lisboa”, declarou na cerimónia de inauguração do hotel.

Sobre a estreia da Hyatt em Lisboa, Nuno Galvão Pinto, regional vice -president development Europe da marca, teve oportunidade de sublinhar o posicionamento turístico atual da cidade, que a faz ser atrativa para as cadeias hoteleiras. “Lisboa continua a afirmar-se como um destino internacional e de crescimento mais rápido na Europa. Todos os anos milhões de turistas visitam a capital, para visitar a sua rica história e cultura. Com o Centro de Congressos de Lisboa aqui a ao lado do hotel, estamos perfeitamente localizados para atingir o mercado de negócios, já que a cidade de Lisboa afirmou-se como um destino internacional de negócios. A UIP é o parceiro perfeito para a Hyatt, temos os dois uma história de desenvolvimento de hotéis de qualidade, no mundo inteiro”. Além disso, acrescentou: “A UIP tem também a vantagem de ter uma história de desenvolvimento de projetos residenciais. Este hotel de referência é emblemático e é um exemplo do nossa crescimento para 2023”.

Situado entre a Rua da Junqueira e a Avenida da Índia, o Hyatt Regency Lisboa conta com 204 quartos (dos quais 105 são suites) quatro restaurantes e um bar. Já em funcionamento estão dois dos quatro espaços de restauração: o VISERVERSA, um restaurante e bar ao estilo ‘grand-café’ aberto todo o dia e o restaurante ZEST, situado em frente ao jardim privativo, onde é possível almoçar ou lanchar de forma mais rápida e casual. Localizado acima do VISEVERSA encontra-se o VISTA, um espaço multiusos. A abertura do Hyatt Regency Lisboa marca ainda a chegada do Serenity – The Art of Well Being à capital. Neste espaço com mais de 1000 m2, existem nove salas para tratamentos individuais ou em casal, o Oásis Termal e uma zona especial, a Aurum Suite, para momentos de relaxamento mais privados.

Hélder Martins, diretor geral do Hyatt Regency Lisboa

O balanço desde a abertura em agosto, em soft opening, não podia ser mais positivo, de acordo com o diretor da unidade, Hélder Martins. “Neste momento, temos uma boa previsão para terminar o ano com um ótimo preço. As ocupações estão acima de 70% e já há eventos marcados para 2023”.

“O prestígio que a Hyatt tem enquanto marca”, permite captar “clientes de diferentes origens”, desde o mercado europeu ao norte-americano, do Médio Oriente e da Ásia, observa o diretor.

A tarifa média do hotel ultrapassa neste momento dos 250 euros. “Temosvários preços que vão dos 250 euros aos 2000 euros, depende da suite e da tipologia. Temos um inventário muito flexível, são apartamentos que se transformam em quartos, quartos esses que têm um conjunto de suites que não é muito comum, todos os quartos têm varanda, e 85% tem vista rio”.

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