A empresa tecnológica DIG-IN considera que a inteligência artificial está a assumir um papel central na gestão do canal HORECA, deixando de ser apenas uma inovação tecnológica para se tornar uma “ferramenta crítica” para a eficiência operacional e a tomada de decisões no setor da restauração e hotelaria.
A conclusão consta de uma análise divulgada pela empresa sobre tendências observadas durante a BTL 2026 – Better Tourism Lisbon Travel Market, onde a tecnológica identifica uma transformação em curso no setor, impulsionada pela utilização crescente de dados e tecnologia.
Segundo a DIG-IN, num mercado cada vez mais competitivo, a eficiência operacional e a personalização da experiência do cliente estão hoje “indissociáveis da tecnologia”.
No comunicado, a empresa afirma que o canal HORECA atravessa “uma mudança de paradigma”. “A IA deixou de ser um conceito de ‘ficção científica’ para se tornar o braço direito do gestor que procura rentabilidade e diferenciação num setor tão saturado”, refere a tecnológica.
De acordo com a análise da empresa, uma das principais aplicações da inteligência artificial no setor passa pela melhoria da eficiência operacional. A utilização de tecnologia de dados permite aos operadores antecipar picos de procura com maior precisão, ajudando a reduzir desperdícios e a otimizar a gestão de equipas.
Outra tendência identificada é a chamada hiper-personalização da oferta. Segundo a DIG-IN, a análise de dados de consumo pode permitir a criação de “ofertas adaptadas em tempo real ao perfil do turista”, contribuindo para aumentar o valor médio das vendas e melhorar a experiência do consumidor.
A tecnológica destaca ainda a crescente importância da tomada de decisões baseada em dados. De acordo com a empresa, o sucesso no canal HORECA dependerá cada vez mais da capacidade das empresas de “transformar os dados brutos da operação em decisões de negócio ágeis”.
“A nossa análise da BTL 2026 confirma o que temos vindo a observar no terreno: o Canal HORECA está a viver uma mudança de paradigma,” afirma a DIG-IN. “A IA deixou de ser um conceito de ‘ficção científica’ para se tornar o braço direito do gestor que procura rentabilidade e diferenciação num setor tão saturado.”



