“Tratando-se do setor mais vibrante e um dos mais internacionalizados de Portugal, não deveriam estes cursos ser os mais hot, os mais procurados e mais valorizados?”
Falava recentemente com colegas sobre os resultados das colocações no ensino superior público, que acompanhei mais de perto este ano por ter familiares também a concorrer.
Tal como a TNews, notei que os cursos de Turismo tiveram somente 44% de candidatos e os de Hotelaria, 50%.
As notas de acesso são das mais baixas (entre 10 e 13 valores).
O número de vagas também não é elevado, quando comparado com a maioria dos demais cursos. Tal ainda torna o problema maior. Relativamente poucas vagas e ainda menos candidatos.
Na mesma análise, também notei que os cursos tradicionais (Economia, Gestão, Medicina, Engenharia, Direito) têm, claro, médias de acesso imensamente mais altas (entre 16 e 18 valores), têm imensas vagas e, nas instituições de topo, todas as vagas foram preenchidas, não havendo mais vagas para a segunda fase de colocações.
A questão torna-se ainda mais dramática, por estarmos a falar do setor de bandeira da economia portuguesa, com um peso assimétrico nas exportações do país e na sua balança de transações correntes.
Tratando-se do setor mais vibrante e um dos mais internacionalizados de Portugal, não deveriam estes cursos ser os mais hot, os mais procurados e mais valorizados?
Não deveriam as vagas estar a aumentar?
Não deveriam os candidatos, nacionais e internacionais, estar também a aumentar, face às perspetivas futuras de empregabilidade e carreira em linha ou melhor do que a média doutros setores?
O número geral de candidatos foi o mais baixo desde 2016, na generalidade, mas o que aconteceu na área do Turismo e Hotelaria, na sombra da pujança económica do setor, é bem revelador do hiato entre a operacionalidade corrente do mesmo e a necessária aceleração do seu desenvolvimento futuro.
Quando este tipo de situações se verifica, as causas são diversas e vão acontecendo devagar e ao longo do tempo, perigosamente discretas. Como o sapo na panela, em água a aquecer devagar. Não se apercebe do perigo e não salta para fora da panela. Até morrer.
Começaria por dissociar entre ensino técnico-profissional e o ensino ao nível da Gestão Hoteleira e de Turismo.
As 12 escolas do Turismo de Portugal (ex-INFTUR) têm feito um trabalho positivo no que respeita ao ensino técnico-profissional, que prepara alunos para as áreas mais técnicas e operacionais do setor, e que dão equivalências curriculares entre o 9.º e o 12.º ano de escolaridade.
Uma delas, a do Estoril (ESHTE), abriu todavia com outra ambição, proporcional ao seu custo e à qualidade das suas instalações. Formaria os líderes da indústria. Era essa a sua visão. Abriu na década de 90 e foi desenhada de raiz para o efeito.
Até então, e principalmente na década de 80, os líderes hoteleiros que melhor fama e prestígio tinham no mercado vinham todos da Escola de Hotelaria e Turismo do Porto. Tinha uma parceria ou uma influência académica com a escola hoteleira de Glion, na Suíça (quase sempre no top 5 mundial), muito por influência do seu líder à data, Luís Contente, um saudoso disruptor.
Melhores do que eles, só os alunos da década de 70 que tinham recebido bolsas de estudo e foram estudar para as escolas suíças, nomeadamente as de Lausanne e Glion, apesar de muitos não terem voltado a Portugal e terem optado por fazer carreiras internacionais.
Os cursos de Turismo tinham começado a despontar, mas nas universidades e não nas escolas hoteleiras. Tal deu-lhes um pendor mais académico e teórico, que a indústria ainda hoje não aprecia nem valoriza.
Esses cursos são generalistas, filosóficos e muito desatualizados face ao que se passa no setor, a nível nacional e internacional.
Os professores não têm grande ligação ao setor e, em geral, não ocupam ou ocuparam posições de relevo no mesmo.
Os cursos são chatos e muito virados para investigação académica, que nem as organizações nacionais e internacionais valorizam ou integram nos seus processos de reflexão estratégica e trabalho operacional.
Durante quase uma década, tive o privilégio de poder lecionar em Portugal, quer em cursos anuais, quer em master classes para licenciaturas, mestrados e doutoramentos, em escolas hoteleiras e em universidades (aqui incluo formação para Diretores de Hotel, que à data era obrigatória para a obtenção dessa mesma carteira profissional e para a possibilidade de exercer o cargo legalmente).
Por ter feito imensa formação para executivos, em business schools internacionais e nacionais, tive a oportunidade de ver por dentro as diferenças entre sistemas de ensino e posturas deontológicas entre universidades de elite e as nossas escolas.
Ao longo dos anos, e principalmente no período 2005-2015, tentei passar múltiplas ideias a líderes e professores ou formadores de várias instituições nacionais, para que reformulassem os cursos e os alinhassem com o mercado de trabalho e com os rankings internacionais.
Não fui bem-sucedido, pois o status quo manteve-se inalterado.
A nível universitário, os professores precisam de publicar investigação para progredir na carreira, e não há quaisquer incentivos para que se entrosem com a indústria. Por isso, a maioria não o faz.
O setor é vasto, mas maioritariamente fragmentado e constituído por pequenas e médias empresas, sem grande intensidade de gestão ou de necessidades técnicas avançadas.
Os cursos de Turismo continuam a ser, portanto, teóricos e sem grande aplicabilidade prática. E as saídas profissionais são o espelho deste insucesso relativo. A maior parte dos alunos acaba o curso e vai para áreas fora do Turismo, ou vai para agências de viagens fazer trabalho indiferenciado. Alguns (poucos) vão para o Estado, começando por baixo em carreiras nas entidades regionais ou nacionais de Turismo, a fazer trabalhos que pessoas sem esse curso também fazem.
Conclusão: tanto a parte privada como a pública do setor do Turismo não valorizam estes cursos e eles não constituem aceleradores de carreira ou de otimização salarial relativamente a quem não os tem.
Focando agora a análise na formação para os futuros líderes em Hotelaria (Licenciaturas e Mestrados), os cursos ministrados em universidades têm valor de mercado residual, pois são conotados com o excesso teórico dos cursos de Turismo ministrados nessas mesmas instituições.
Em geral, as empresas hoteleiras não recrutam lá, pois os alunos vêm mal preparados, quer em termos técnico-operacionais (cozinha, bar, mesa, housekeeping, front-office…), quer em termos de gestão e liderança de negócios. Mesmo as que recrutam não colocam esses alunos em cargos de chefia, supervisão ou direção, ab initio. Assim, a maior parte das carreiras começa mesmo bem por baixo, ao nível dos que nem cursos têm.
Os casos de sucesso, que os há, são espontâneos, aleatórios, não sequenciais e mais por mérito dos próprios alunos do que por influência da instituição de ensino.
E no que respeita aos alunos de Gestão Hoteleira que saem efetivamente das Escolas Hoteleiras, o panorama não é muito diferente, incluindo para os que saem da principal escola do país, a do Estoril.
Entre outras, também estudei lá, a meio da década de 90. A escola era nova, tinha acabado de abrir. Tinha tudo o que precisava de ter para ser uma escola de referência a nível europeu. Dormitórios para alunos, geridos como hotel, laboratórios de cozinha, bar, restaurantes e afins. Comme il faut. Havia alguma ambição.
Há uns anos, fui convidado para dar lá uma master class a mestrandos de hotelaria. Ao entrar na escola, as estradas, calçadas e jardins estavam em péssimo estado, os edifícios estavam mal mantidos e mais pareciam de uma escola velha.
Entrei na sala de aulas e vi alunos desmotivados, com postura descaída, muitos com bermudas e chinelos.
O setor hoteleiro distingue-se por critérios de postura e grooming muito específicos.
A gestão de hotéis rege-se por critérios muito exigentes ao nível da manutenção do ativo físico hoteleiro. Tem que estar sempre em perfeito estado e sempre a ser desenvolvido e melhorado, para que se mantenha competitivo e não caia na obsolescência.
Ora, estes alunos não serão o garante de tal, pois isso não faz parte da sua educação e postura.
Nos rankings académicos internacionais de 2025 (QS World University Rankings) figuram 175 escolas de hotelaria e turismo. Nenhuma é portuguesa.
No Top 10, 7 são suíças (incluindo as 3 primeiras). A escola hoteleira de Lausanne, a primeira do mundo (tendo aberto a primeira sala de aulas no final do século XIX), é a eterna número 1. Les Roches, com polos na Suíça, Marbella e Abu Dhabi, é a número 2.
Lausanne tem mais de 1.500 candidatos por ano ao bacharelato de Gestão Hoteleira. A maior parte, candidatos internacionais. Entram 10%. Les Roches não fica muito atrás.
Ainda no Top 10, The Hague, na Holanda, ascendeu a número 9 e a Emirates Academy of Hospitality Management (Dubai) está em número 10.
Espanha tem várias escolas no ranking e a melhor (St. Pol, Barcelona) está no top 15, em número 14.
A Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, um grande nome na indústria turístico-hoteleira, tem vindo a perder predominância, mas mesmo assim ainda está em número 15.
A escola do Nevada, com muita influência da indústria de Las Vegas e alguma da indústria hoteleira californiana, está em número 4.
Portugal não figura no ranking e, pior ainda, parece nem estar preocupado com o facto.
Em termos quantitativos e pragmáticos, um bacharelato em Administração Hoteleira numa escola suíça custa entre 150.000 e 200.000 euros (tudo incluído, menos viagens).
Em The Hague e St. Pol, custa entre um terço e metade destes valores. Ainda assim, imensamente caro.
Para colocarmos a coisa em perspetiva (e tenho exemplos familiares que o comprovam), uma licenciatura em Economia ou Gestão na Universidade Católica Portuguesa custa entre 35.000 a 45.000 euros (com todas as despesas, incluindo alojamento e alimentação).
Um curso de Direito (um ano mais extenso que os demais) na mesma instituição custa entre 50.000 a 60.000 euros, números redondos.
Como podem cursos de Administração Hoteleira em instituições internacionais de prestígio custar quase o triplo, algumas vezes o quádruplo, de cursos clássicos em instituições privadas portuguesas de elite e que têm maior reconhecimento e prestígio a nível nacional (a ver pelas notas de acesso e pela quantidade de candidatos)?
Como podem esses cursos internacionais ter tantos candidatos e tão altas taxas de não-aceitação de candidatos?
A diferença entre essas instituições e as instituições de formação hoteleira nacionais é abissal.
Os professores são respeitados pela indústria, muitos deles líderes da mesma. Os códigos de conduta e postura são muito exigentes, a inovação em termos de conteúdos programáticos é permanente, muito competitiva e sempre sincronizada com o que está a acontecer dentro dos principais hotéis e marcas hoteleiras mundiais.
O job placement é praticamente a 100%, e a maior parte dos alunos acede aos principais ativos hoteleiros e logo dentro de programas de fast-tracking de gestão (ou seja, ficam até 3 anos a ser desenvolvidos dentro dos hotéis e depois passam a cargos de gestão, sem mais delongas).
Estas escolas são o exemplo, lucrativo e muito prestigiante, a seguir. Os alunos que para lá vão sabem ao que vão e o que pretendem. Aspiram a carreiras internacionais. As escolas sabem prepará-los para tal. As redes de alumni têm nas suas bases de dados os principais líderes internacionais da indústria, que depois facilitam as novas gerações, num círculo virtuoso.
São as chamadas H-Schools (hotel schools), que concorrem diretamente com as melhores B-Schools (business schools) do mundo.
Estas escolas atraem alunos de todo o mundo (filhos das elites, a ver pelo preço dos cursos) e exportam alunos para todo o mundo.
As escolas portuguesas atraem alunos portugueses, da CPLP e dos PALOP (sem desprestígio, obviamente) e não exportam alunos para lado algum.
Conheço acionistas e líderes de empresas hoteleiras nacionais de relevo que enviam os seus familiares para estas escolas internacionais de elite, em detrimento das escolas nacionais. Mais um mau sintoma, indicando que o ensino hoteleiro português não oferece garantias de futuro e os seus standards estão aquém das necessidades do mercado.
As escolas hoteleiras nacionais estão muito viradas para a hotelaria nacional e Portugal é um mercado pequeno.
Não têm grandes relações com as principais empresas hoteleiras nacionais, ainda menos com as internacionais ou multinacionais que operam em Portugal.
Por tal, também não têm o know-how necessário e atual para transferir aos alunos. Nem o conseguem criar. A produção de livros técnicos deixa imensamente a desejar.
Os professores, ou são generalistas ou têm muitas dificuldades em estar atualizados ou sincronizados com a dinâmica nacional e internacional da indústria.
Em anos recentes, algumas universidades com pergaminhos em Economia e Gestão têm vindo a posicionar-se nesta área (ao nível de formação de executivos e formação avançada, essencialmente), como o ISEG ou a Católica. Mas, pelo que experienciei, também não conseguem entender bem o setor hoteleiro e não o conseguem ensinar, como as H-Schools conseguem. Fazem o seu papel, mas os diplomas que emitem não fazem grande diferença no curriculum dos alunos nem permitem grande aceleração de carreira.
A Universidade Nova seguiu um caminho diferente e mais assertivo, ao fazer uma parceria com o Westmont Institute of Tourism & Hospitality. Esperemos que produza melhores resultados.
De acordo com a Organização Mundial do Turismo, a indústria crescerá em média 3,5% ao ano durante uma década. Isso implica uma correlação de crescimento com o mundo dos hotéis, que estão no epicentro do fenómeno turístico. Algumas regiões crescerão a quase 10% ao ano. Muitas oportunidades de progressão na carreira, portanto.
Assim mesmo, e contrariando a visão dominante de que o trabalho em hotéis e as carreiras hoteleiras em Portugal são mal pagas, atrevo-me a generalizar quantitativamente em termos de salários e benefícios.
Um Diretor-Geral de Hotel, em fase de maturação de carreira, a operar nos principais hotéis ou cadeias do país, pode auferir entre 5.000 a 10.000 euros por mês, brutos, vezes 14 meses.
Em cadeias internacionais, e dependendo do perfil do hotel e da geografia onde se encontram, o intervalo vai entre os 15.000 e os 40.000 euros por mês, líquidos.
Na maior parte dos casos, quer nacional, quer internacionalmente, adiciona-se a estes vencimentos um pacote de benefícios como seguros de saúde, alojamento, alimentação, transporte e combustível, assim como material de produtividade (telefone, computadores), às vezes até cartões de crédito com determinados plafonds mensais para consumo pessoal. E já não falo em bónus, que também são praxis na indústria, e que podem ir de 1 salário anual até múltiplos salários anuais, nalguns casos até incluindo stock options (participação na empresa e nos seus dividendos).
Um Diretor Departamental (Sales & Marketing, Finanças, Recursos Humanos, Alimentação e Bebidas, Alojamentos…), pode auferir algo no intervalo de 3.500 a 5.000 euros por mês, brutos, vezes 14 meses.
A carreira pode ir, em adição, bem além do cargo de Diretor-Geral, passando-se depois a cargos de Administração (CEO, COO, CMSO, CHRO, Vice-Presidentes por área geográfica, Vice-Presidentes por área de negócio, Diretores de Cluster e afins). Estes cargos têm salários e benefícios ainda mais atrativos.
Tirando algumas empresas nacionais, nomeadamente as do PSI-20, não vislumbro indústrias ou setores da economia que consigam concorrer com este tipo de condições salariais e de carreira.
Há imensas carreiras, nomeadamente em áreas clássicas como advocacia, magistratura, política, diplomacia, engenharia, medicina, academia, comunicação social, que nem chegam perto destes montantes e benefícios (ressalvando exceções, claro está).
Não nos esqueçamos que os Gestores Hoteleiros gerem ativos que são bastante caros. Qualquer hotel com poucas estrelas e reduzida dimensão facilmente custa 10 a 15 milhões de euros. Hotéis de 5 estrelas, com tamanhos convencionais entre os 150 a 250 quartos, podem ascender a 100 milhões de euros. Hotéis de ambição global localizados nos principais hubs hoteleiros mundiais já raramente custam menos de 1 bilião de dólares, alguns deles ascendendo ao intervalo de 3 a 5 biliões de dólares.
Formar pessoas para gerir ativos com este tipo de valor não é tarefa de somenos e não pode ser deixada à deriva.
Muito menos podemos deixar que tal formação seja percebida como formação de segunda categoria ou para as sobras de candidatos do ensino universitário, aqueles que, não tendo conseguido entrar nos cursos que pretendiam, acabaram as suas aspirações académicas e profissionais no nosso setor.
Então, se o que está em jogo envolve meios monetários bastante elevados, se a indústria paga bem (em salários e benefícios), se tem estado a crescer e prevê-se que esse crescimento se mantenha no longo prazo, porque é que as nossas escolas hoteleiras não têm mais candidatos?
Se esta indústria é das mais relevantes no nosso país e na Europa, porque é que tal não serve de fator de atração para potenciais candidatos?
E porque é que as condições de acesso não refletem níveis de exigência maiores (notas de acesso mais elevadas) para atrair os alunos mais talentosos e dedicados?
E porque é que esses mesmos alunos, que têm médias do secundário no intervalo 16-19 valores, vão para Economia e Gestão nas Universidades e não vêm para Direção e Gestão Hoteleira?
Há um custo implícito nesta ineficiência do mercado, que pagaremos por gerações.
Há uns 15 anos, o Turismo de Portugal tentou uma parceria com a Escola Hoteleira de Lausanne. O objetivo era fazer um upgrade aos curricula das escolas e fazer um brush-up aos professores e diretores das escolas portuguesas, dando-lhes um novo modelo de ensino (modelo suíço), com grande exigência ao nível curricular, comportamental e de grooming dos alunos. E também com grande interatividade com o tecido empresarial do setor. Visão e ação corretas.
Esse projeto foi descontinuado ao fim de poucos meses. Disseram que por restrições orçamentais. O programa era caro. Mas mais caro foi o custo da sua não implementação (coisa que, na altura, não foi aparentemente equacionada).
Agora, num tom mais positivo (vendo o copo meio cheio e não o copo meio vazio), Portugal tem felizmente um parque escolar turístico-hoteleiro bom e diversificado, com boas infraestruturas de ensino. Esta é a parte mais cara, e já a conquistámos. Já é nossa.
Tem também, ao longo das últimas décadas, feito o possível para criar recursos humanos para a indústria, e esta indústria existe e afirmou-se, pela primeira vez, como uma das líderes da economia nacional.
Além do mais, a maior parte dos cargos de liderança nessa mesma indústria são ocupados por portugueses, formados no sistema nacional de ensino (apesar de nem todos eles virem da formação turístico-hoteleira).
Portanto, o trabalho que foi feito por escolas, dirigentes, professores e instituições públicas de Turismo não deve ser negligenciado nem desprestigiado. Pelo contrário, deve até ser enaltecido e reconhecido.
Por Mário Candeias
CEO do Espinas Hotel Group
Nota editorial: O artigo continuará na Parte II – O Estado do Ensino Hoteleiro em Portugal: A Transformação Necessária, a publicar no dia 19 de setembro.




Um excelente artigo, como não se encontram nos jornais portugueses.
O Autor demonstra que tem bagagem e que fez investigação para o escrever.
Mais uma excelente intervenção de um homem singular