Segunda-feira, Março 4, 2024
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Passaporte Digital de Golfe de Cascais regista receitas de 29.435 euros no ano de estreia

No seu primeiro ano de funcionamento, o Passaporte Digital de Golfe de Cascais alcançou receitas de 29.435 euros. Introduzida há um ano em Cascais, esta solução digital proporciona aos golfistas a facilidade de agendar entre três a cinco voltas nos sete campos da região, “em menos de um minuto e aos melhores preços disponíveis”, conforme explica Marta Garcia, representante do Turismo de Cascais.

Marta Garcia explica que o Passaporte de Golfe não é uma novidade, existindo há mais de 15 anos, mas ganhou uma nova vida ao tornar-se digital. “Com o antigo passaporte em papel, tínhamos que lidar com até 30 e-mails para marcar uma volta, o que era burocrático e pouco prático. Percebemos que era necessário melhorar e, por isso, estabelecemos uma parceria com a Zest”.

Agora, através do site Visit Cascais, os golfistas têm a facilidade de reservar três, quatro ou cinco voltas nos sete campos de golfe da região em menos de um minuto, beneficiando de preços fixos mais baixos. Desde janeiro até 15 de setembro de 2023, foram vendidos 97 passaportes, totalizando 379 voltas e gerando receitas de 29.435 euros.

“A plataforma da Zest permite ver os horários disponíveis (tee times) em tempo real nos sete campos de golfe da região. Agora é muito mais fácil. Os clientes podem bloquear facilmente o horário desejado, pagar e o sistema distribui automaticamente o valor por todos os campos de golfe”, explica Marta Garcia.

A parceria com a plataforma Zest contribuiu para uma marcação mais eficiente, reduzindo o tempo de resposta de uma semana para menos de um minuto, segundo a responsável.

O perfil de utilização revela que 63% dos passaportes foram adquiridos por operadores turísticos, enquanto 37% foram comprados pelo consumidor final. O campo mais procurado foi o da Quinta da Marinha, representando 22,43% das vendas. Manuel Heitor, Diretor de Golfe no Onyria Quinta da Marinha Hotel, destaca as características do campo, que atrai entre 38 a 40 mil golfistas anualmente, com a maioria proveniente de mercados estrangeiros, especialmente o escandinavo e britânico.

O mercado britânico é o principal emissor de golfe em Cascais

Em 2022, a região de Cascais contabilizou mais de 215.000 voltas nos seus campos de golfe. Com uma média de green fee de 60 euros, estima-se receitas aproximadas de 13 milhões de euros, referentes exclusivamente aos green fees, sem incluir outras fontes de rendimento como o driving range, aluguer de equipamento, buggys, venda de roupa e acessórios de golfe, e outros produtos relacionados.

Do total de voltas realizadas no mesmo ano, 83.049 foram efetuadas por golfistas estrangeiros. Considerando que, em média, cada conjunto de três voltas corresponde a uma estadia de cinco noites, e com um gasto médio por noite em alojamento de 133,8 euros, o Turismo de Cascais estima um impacto anual direto da prática do golfe no alojamento na ordem dos 18,5 milhões de euros. Adicionalmente, é relevante notar que estes jogadores despendem, em média, 82 euros por dia em restauração, de acordo com dados da Deloitte de 2020.

O mercado britânico destacou-se como o principal emissor de golfe em Cascais, com 24.476 voltas em 2022, seguido pelos mercados alemão, sueco e francês. No entanto, os mercados dinamarquês, finlandês e irlandês apresentaram os maiores crescimentos entre 2021 e 2022.

A estratégia de golf para Cascais – Golf on the Edge – tem como objetivo posicionar Cascais como
uma experiência de golf premium na Europa, apostando numa abordagem integrada e global,
destacando as atrações fora do campo de Cascais e evidenciando a história e atmosfera de Cascais.

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