Terça-feira, Maio 21, 2024
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Programação da Lusanova este ano “cresceu cerca de 45%” face a 2021

A programação da Lusanova para 2023 “cresceu cerca de 45%” face a 2021, avançou Tiago Encarnação, diretor de operações do operador turístico. De momento, os destinos que estão a ter melhor desempenho são a Madeira, os Açores e os Circuitos Europeus.

“Queremos ter a maior variedade possível de opções de destinos, em que achamos que somos especialistas, para que o agente de viagens possa vender a um preço competitivo e com acompanhamento da Lusanova”, afirmou o responsável, à margem do roadshow do operador turístico, que decorreu na passada sexta-feira, no hotel Dom Pedro Lisboa.

Para já, os destinos com o melhor desempenho em 2023 são a Madeira, os Açores e os Circuitos Europeus, nomeadamente a Turquia e o Egito, de acordo com o diretor de operações. “A Madeira sempre foi tradicionalmente conhecida por ser um destino sénior, mas a Associação de Promoção da Madeira tem feito um esforço para atrair as gerações mais novas e, nesse sentido, criámos dois produtos: ‘Madeira Aventura’ e ‘Madeira Radical'”, destacou. “Não são circuitos, são estadias de três a quatro dias que têm excursões incluídas, como caminhadas pelas levadas da ilha, passeios de Jipe, acompanhadas por guia.”

Para os Açores, a Lusanova apresenta os “Grupos Exclusivos”. São circuitos fechados, com meia-pensão ou pensão completa e com visitas incluídas, um deles para São Miguel e Terceira, e o outro para São Miguel e Santa Maria. “Já existiam antes da pandemia, mas foram reforçados este ano”, referiu Tiago Encarnação.

Os circuitos são o ADN da Lusanova. O operador turístico apresente três grandes grupos de circuitos: os circuitos ibéricos em autocarro (regulares e temáticos); os circuitos europeus (clássicos e seleção); e os grupos exclusivos. Todos estes circuitos têm reservas online, partidas garantidas – exceto os circuitos ibéricos temáticos e os grupos exclusivos – incluem hotéis de 4 estrelas ou similares, e têm guias em língua portuguesa – com exceção dos circuitos seleção.

“Este ano, os circuitos ibéricos têm mais itinerários e os circuitos europeus têm mais partidas garantidas, refeições e guias em língua portuguesa. Cada programa poder realizar-se em grupo, ou de forma individual”, frisou o responsável.

Nos circuitos europeus, os destaques este ano vão para Turquia, Albânia, Bulgária, Macedónia e Grécia. Já para os grupos exclusivos, o operador apresenta 14 novos destinos, com meia pensão ou pensão completa. “São produtos temáticos com partidas únicas em datas especiais, e equilibram visitas com experiências, são para clientes que querem acompanhamento permanente e com guia em português”.

Antes da pandemia, o segmento dos “Grandes Destinos” era onde a Lusanova “estava a crescer mais”, de acordo com o resposável. “Temos desde circuitos regulares, a programas individuais, ou feitos à medida”, sublinhou. Incluem África e Médio Oriente (Marrocos, Egito, Jordânia, Israel e Dubai), Ásia (Índia e Sri Lanka), Sudoeste Asiático (Tailândia, Vietname, Camboja e Laos) e Japão.

A Lusanova também tem na sua programação as Américas (Canadá, EUA, Costa Rica, Peru, Argentina e Chile), Praias do Índico (Maldivas, Seycheles, Maurícia, Zanzibar, com combinados com o Dubai) e Safaris no Quénia e na Tanzânia.

Os cruzeiros não estão na programação base da Lusanova, mas o operador turístico continua a responder a pedidos de orçamentos para cruzeiros. “A maior parte das pessoas não procura a programação base do cruzeiros, procura normalmente orçamentos feitos à medida”, frisou.

2022 superou as expetativas da Lusanova

Apesar da faturação no ano passado ainda não ter igualado 2019, Tiago Encarnação indica que “2022 foi um ano que superou as expectativas” e mostrou-se otimista em relação a 2023, revelando que as vendas em janeiro e fevereiro “já atingiram valores de 2019”.

“Houve destinos em que crescemos [em 2022], principalmente naqueles em que apostámos durante a pandemia, como Açores, Madeira e alguns destinos europeus que conseguimos retomar”. Face às restrições impostas pela pandemia, e à Guerra na Ucrânia, “houve outros destinos em que não conseguimos atingir os valores que gostaríamos, nomeadamente os Grandes Destinos e os Circuitos Europeus”, lamentou.

Tiago Encarnação revelou, ainda, que o Brasil já representa 50% do negócio da empresa, e Portugal os restantes 50%. Segundo o responsável, o Brasil “está a ter bons resultados, tendo recuperado até mais cedo que o mercado nacional”.

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