Quarta-feira, Abril 15, 2026
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Route 66, Islândia e Gronelândia entre os novos circuitos da Pinto Lopes Viagens

A Pinto Lopes Viagens anunciou, esta quarta-feira, o lançamento de sete novos circuitos para este ano, reforçando a sua aposta em viagens culturais e de grupo para “destinos seguros e fora das atuais zonas de conflito internacionais”.

De acordo com a Pinto Lopes Viagens, as novas propostas foram “pensadas para viajantes que procuram experiências culturais e naturais autênticas”, mantendo o modelo habitual da marca, com programas realizados em grupo e acompanhados por guias em português, garantindo “organização, conforto e programas cuidadosamente desenhados”.

Entre os destaques está a “Gronelândia – Do património Inuit aos icebergs gigantes”, num itinerário que leva os viajantes ao encontro de “algumas das paisagens mais impressionantes” do Ártico, com passagens por Nuuk e Ilulissat, bem como pelo Icefjord, classificado como Património Mundial pela UNESCO. O programa inclui ainda contacto com a cultura Inuit, permitindo conhecer “a história das comunidades que habitam esta região extrema do planeta”. A viagem realiza-se de 10 a 17 de junho (esgotada) e de 5 a 12 de agosto de 2026.

Na norte da Europa surge o programa “Islândia – Caminhadas, natureza e o eclipse solar”, criado para “os amantes de natureza e de caminhadas”, que percorre alguns dos cenários mais marcantes do país, entre “cascatas imponentes, campos de lava, vulcões e glaciares”. Ao longo do itinerário, os viajantes exploram o Círculo Dourado, realizam caminhadas em paisagens vulcânicas e navegam na lagoa glaciar de Jökulsárlón. O ponto alto será a observação do eclipse solar total de 12 de agosto, descrito como “um fenómeno raro” com uma das melhores visibilidades na Islândia. A viagem realiza-se de 6 a 13 de agosto, encontrando-se já esgotada.

Já o programa dedicado às Ilhas Faroé apresenta o arquipélago como “um dos destinos mais preservados da Europa”, destacando as suas “falésias dramáticas, cascatas que caem diretamente no oceano e pequenas aldeias com casas de telhados cobertos de relva”. O itinerário inclui locais emblemáticos como Tórshavn, Gásadalur e a cascata de Múlafossur, bem como várias ilhas onde “a natureza domina quase por completo a paisagem”. O circuito realiza-se de 9 a 16 de junho.

Nos Estados Unidos, propõe o circuito “Route 66 – A icónica estrada americana no ano do seu centenário”, assinalando os 100 anos de “uma das estradas mais icónicas do mundo”. O itinerário atravessa o coração do país, com passagens por cidades históricas, motéis vintage e diners clássicos. Descrito como “mais do que um simples circuito”, o programa assume-se como “uma experiência cultural e histórica” que celebra o espírito de aventura da “Mother Road”. A viagem decorre de 25 de julho a 9 de agosto.

Na América do Sul, o programa “Brasil Selvagem – Amazónia e Pantanal” é “pensado para os amantes de natureza e vida selvagem”, explorando dois dos principais santuários naturais do continente. O itinerário inclui estadias em lodges, caminhadas, passeios de barco e safaris fotográficos no Pantanal. A passagem por Bonito permite ainda contacto com “alguns dos ecossistemas mais ricos e preservados do Brasil”. A viagem realiza-se em abril (esgotada) e de 24 de agosto a 6 de setembro.

Já “Curaçao – Uma viagem cronológica pela história e identidade” apresenta-se como “mais do que um destino de praia”, propondo uma leitura cultural da ilha enquanto “fascinante cruzamento de culturas e histórias”. O programa inclui a descoberta do património de Willemstad, visitas a grutas e antigas plantações, bem como locais ligados às comunidades judaicas e africanas que moldaram “a identidade cultural da ilha ao longo dos séculos”. A viagem realiza-se de 12 a 20 de setembro.

Por fim, o circuito “Peru em descoberta – Dos Andes à Amazónia” combina património arqueológico e natureza, reunindo “alguns dos mais impressionantes tesouros arqueológicos da América do Sul” com paisagens naturais de grande diversidade. O itinerário passa por Cusco, Vale Sagrado, Machu Picchu e Lago Titicaca, terminando com um cruzeiro fluvial na Amazónia peruana, que permite observar “a biodiversidade única da maior floresta tropical do planeta”. O programa realiza-se de 18 de novembro a 3 de dezembro.

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