Segunda-feira, Julho 26, 2021
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Royal Caribbean inicia a construção do navio Icon, movido a GNL

A Royal Caribbean International assinalou o início da construção do seu primeiro navio da Classe Icon no passado dia 14. O navio será movido a GNL (Gás Natural Liquefeito) e a sua inauguração está prevista para 2023.

Foi no estaleiro finlandês Meyer Turku que se realizou a cerimónia do corte da primeira peça de aço do navio Icon of the Seas. Participaram na cerimónia Richard Fain, Presidente e CEO do Grupo Royal Caribbean, Michael Bayley, Presidente e CEO da Royal Caribbean International e Tim Meyer, CEO da Meyer Turku.

Esta é a primeira etapa de uma jornada de vários anos até o navio estar concluído. Com a inauguração no outono de 2023, o Icon será o primeiro de três navios da companhia movido a GNL. O GNL e as aplicações ambientais adicionais deste navio de última geração, como o Recolha de Energia em Terra, aumentarão a eficiência energética e reduzirão a pegada de carbono.

“Assumimos o nosso compromisso em tornar a energia limpa em alto mar uma realidade, quando a Classe Icon foi anunciada pela primeira vez em 2016 e estamos muito animados para ver a construção a evoluir, neste que será realmente um navio diferente de qualquer outro”, disse Michael Bayley, Presidente e CEO da Royal Caribbean International. “Temos décadas de trabalho na conservação dos oceanos, eficiência energética e melhoria contínua e que será evidente no Icon. Estamos ansiosos por revelar a todos os nossos hóspedes mais recursos inovadores que a nossa equipa está a guardar, conforme estes vão ganhando forma.”

A Royal Caribbean tem tido a preocupação de trabalhar na redução de emissões por meio de tecnologia como a lubrificação do ar, que envia mil milhões de bolhas microscópicas ao longo do casco do navio para reduzir o atrito. A empresa trabalha também com sistemas avançados de recuperação de calor residual, que transformam o desperdício de calor em energia extra, de até 3 megawatts, para ajudar nas operações do navio. O uso destas tecnologias, incluindo GNL, resultará em emissões ainda mais reduzidas, níveis quase nulos de dióxido de enxofre e partículas, e uma redução significativa na produção de óxidos de nitrogénio. 

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