O Sines Sea View Hotel registou uma taxa média de ocupação de 72% nos primeiros oito meses de 2026, um aumento de nove pontos percentuais face ao período homólogo de 2025. Entre janeiro e agosto, a unidade recebeu cerca de 28 mil hóspedes, mais 12% do que no ano anterior, enquanto a receita registou um crescimento de igual dimensão.
De acordo com os dados divulgados pelo hotel, a taxa de ocupação passou de 63% para 72%, enquanto o número de hóspedes aumentou de 25 mil para 28 mil. O turismo de negócios representa atualmente 65% da procura, com os restantes 35% a corresponderem ao segmento de lazer.
O Sines Sea View associa o peso do segmento empresarial aos novos projetos industriais em desenvolvimento em Sines, que têm contribuído para aumentar a procura de alojamento por parte de profissionais deslocados para a região.
“Sines está a viver uma transformação sem precedentes, e o Sines Sea View foi pensado precisamente para responder a essa dupla procura: dos profissionais que aqui trabalham durante a semana aos visitantes que descobrem a Costa Alentejana e Vicentina”, afirma Pedro Santos, diretor-geral do Sines Sea View Hotel.
Durante os meses de verão, entre junho e agosto, a taxa média de ocupação atingiu os 83%, acima dos 80% registados no mesmo período de 2025. Agosto foi o mês com melhor desempenho da unidade nos primeiros oito meses do ano.

O mercado nacional continua a representar a maioria dos hóspedes, com uma quota de 60%, enquanto os mercados internacionais correspondem a 40%. Entre os principais mercados estrangeiros destacam-se Espanha, Reino Unido, Itália e Alemanha, seguindo-se, com menor expressão, os Estados Unidos, o Brasil e os Países Baixos.
Segundo o hotel, os hóspedes têm maioritariamente entre 30 e 65 anos e permanecem, em média, duas noites na unidade, um indicador semelhante ao registado em 2025. As reservas são efetuadas, em média, com cinco dias de antecedência.
Para o último trimestre de 2026, o Sines Sea View prevê um crescimento de 5% face ao período homólogo do ano anterior. Já para 2027, a unidade estabelece como objetivo um aumento de 7% da receita.
“Não vemos 2027 como uma meta isolada, mas como a continuidade de um percurso: Sines vai continuar a crescer, e queremos crescer com a cidade”, afirma Pedro Santos.
Segundo o responsável, “o objetivo de 7% de receita reflete o impulso dos projetos industriais e dos eventos que a região vai continuar a atrair, mas também a confiança crescente no seu potencial turístico”.




