O The Vinea Collection Hotel by Piamonte Hotels foi inaugurado no dia 30 de janeiro de 2026, em Monção, afirmando-se como o primeiro grande hotel de cinco estrelas da região do Alto Minho. O projeto resulta da reabilitação da histórica Quinta da Porteleira, um solar do século XVIII, situada na sub-região de Monção e Melgaço.
De acordo com o comunicado divulgado pelo grupo, a nova unidade nasce com a missão de “elevar os padrões de uma hotelaria mais autêntica e distinta” e de valorizar o território onde se insere, assumindo uma ligação direta à casta Alvarinho e à identidade local.
Durante a cerimónia de inauguração, Marco Rodrigues Dias, administrador da Piamonte Hotels, afirmou que “este é mais do que um hotel — é um tributo à região e ao seu caráter identitário tão singular, ao vinho, à tradição e às pessoas do Alto Minho”, acrescentando que o objetivo é proporcionar aos hóspedes “uma experiência enriquecedora e inesquecível”.
O The Vinea Collection Hotel conta com 67 quartos e integra uma adega própria, com produção exclusiva de vinho Alvarinho. Segundo o comunicado, o hotel aposta em experiências de enoturismo personalizadas, como provas privadas, visitas às vinhas, jantares vínicos e workshops, prevendo ainda a disponibilização de um serviço de concierge dedicado à criação de experiências à medida.
A produção vínica do projeto tem a assinatura do enólogo Anselmo Mendes, que refere que o vinho “espelha a essência da sub-região de Monção e Melgaço: frescura, mineralidade e autenticidade”, sendo proveniente de vinhas velhas em altitude e sujeito a uma seleção criteriosa na vinha.
Segundo a informação divulgada, o hotel distingue-se também por adotar um conceito vínico pensado para famílias e grupos, disponibilizando suites familiares, áreas amplas e uma programação cultural e gastronómica inclusiva, com o objetivo de “proporcionar uma vivência completa, onde o luxo se expressa na atenção ao detalhe”.
A Piamonte Hotels considera que a abertura do The Vinea Collection Hotel representa um contributo relevante para o reposicionamento do Alto Minho como destino turístico. No comunicado, o grupo refere que a unidade pretende “dinamizar a economia local, criar emprego, fomentar parcerias com produtores e artesãos da região e promover um turismo sustentável e valorizador das raízes locais”.



